terça-feira, 15 de abril de 2014

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Secretaria de Estado de Cultura e UERJ celebram Dia do Índio com programação especial

Semana Estadual da Cultura Indígena terá oficinas, apresentações de canto e dança e mostra de filmes etnográficos

            Para celebrar o Dia do Índio, 19 de abril, a Secretaria de Estado de Cultura (SEC), em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), o Museu do Índio e o Vídeo nas Aldeias, oferecerá, entre 14 e 19 de abril, uma programação dedicada à cultura indígena no estado. As atividades da Semana Estadual da Cultura Indígena acontecerão nas Bibliotecas Parque de Manguinhos, Rocinha e Niterói, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (todos espaços da SEC) e no campus da UERJ, e contarão com a presença de diversos grupos artísticos de tribos da região. Durante os seis dias de comemoração haverá apresentações de canto e dança, oficinas de contação de histórias e rodas de conversa, além de mostra de filmes etnográficos e exposição de artesanato típico.

            Entre os grupos que irão participar da semana estão membros das tribos Tupiguarani, Karipuna, Sateré Mawê, Puri, Tupinambá, Fulni-ô, Potiguara, Wapichana, Pataxó e Kariri Xocó, responsáveis por difundir ainda hoje no estado do Rio de Janeiro esse aspecto da cultura brasileira.

            Apoiadora do projeto, a UERJ organizou a mostra cinematográfica da semana através do Programa de Estudos dos Povos Indígenas e do Grupo de Pesquisa, Imagens, Narrativas e Práticas Culturais. O intuito da exibição é apresentar à sociedade uma amostra da rica produção dos cineastas indígenas brasileiros, além de abrir espaço para a promoção da diversidade e do debate sobre culturas.

            Parte do acervo apresentado na mostra pertence ao projeto Vídeo nas Aldeias, que, criado em 1986, é precursor na área de produção audiovisual indígena no Brasil. Tornando-se cada vez mais um centro de produção de vídeos e uma escola de formação audiovisual para os povos das tribos, o projeto transformou-se, no ano 2000, em uma ONG independente e alcançou o patamar de mais de 70 filmes produzidos, a maioria premiados no Brasil e no exterior. 

Veja abaixo o cronograma da Semana Estadual da Cultura Indígena:

14 /04 – segunda-feira

UERJ

 Mostra de Filmes Etnográficos

16h às 17h15
A Festa da Moça (1987 / 18min.)
Vídeo nas Aldeias (1989 / 10min.)
O Espírito da TV (1990 / 18min.)
A arca dos Zo'é (1993 / 22min.)
Índio na Tevê (2000 / 5min.)
17h15 às 18h20
Iauaretê, Cachoeira das Onças (2006 / 48min.)
18h20 às 20h
As Hiper Mulheres (2011 / 80 min.)
Com a presença do realizador: cineasta TakumãKuikuro.

15/04 – terça-feira

UERJ

 Mostra de Filmes Etnográficos
16h00 às 16h50
Bicicletas de Nhanderu (2011 / 48min.)
16h50 às 17h30
Imbé Gikegü, Cheiro de pequi (2006 / 36min.)
17h30 às 18h05
Segredos da Mata (1998 / 37min.)
18h05 às 20h
Corumbiara (2009 / 117min.)

Biblioteca Parque de Manguinhos

 Oficina Cultural
11hs – Contação de histórias com oficinade Marc – grafismo corporal Cristiane Papiõn Karipuna(Karipuna)

15hs - Contação de história – Representações de indígenas em letras de canções brasileiras com Dantiê Tupinambá (Tupinambá)

 Exibição de Filmes Etnográficos - Tarde


Biblioteca Parque da Rocinha

 Oficina Cultural
10h – Oficina de reciclagem e meio ambiente com Noélia Braz Twry (Pataxó)

 Exibição de Filmes Etnográficos - Tarde


Biblioteca Parque de Niterói

 Oficina Cultural
10h – Oficina de boneco maroti e teatro de bonecos Carmel Puri (Puri)
15h – Oficina de ervas medicinais com Tobi Itaúna (Tupiguarani)


16/04 – quarta-feira

UERJ

 Mostra de Filmes Etnográficos
16h às 16h35
Das crianças Ikpeng para o mundo (2001 / 35min.)
16h35 às 18h
O mestre e o Divino (2013 / 85min.)
18h às 18h32
Cineastas Indígenas (2010 / 32min.)
18h40 às 20h
“Karai há’ eguikunhãkarai’ete - Verdadeiros Líderes Espirituais” (2013 / 60 min.)
Com a presença do realizador: Cineasta Guarani Nhandewa Alberto Alvares.

Biblioteca Parque de Manguinhos

 Oficinas Culturais
11h – Oficina de saúde ervas medicinais com Niara do Sol (Fulni-ô)
11h – Roda de conversa e contação de histórias (Anápuáká Muniz Tupinambá (Tupinambá)
15h – Contação de histórias, teatro e grafismo corporal com Carol e Sheila Potiguara (Potiguara)

 Exibição de Filmes Etnográficos - Tarde


Biblioteca Parque da Rocinha

 Oficinas Culturais
10h – Roda de conversa e contação de história com Anápuáka Muniz Tupinambá Hã hã hãe (Tupinambá)
14h – Roda de conversa e contação de história com Anápuáka Muniz Tupinambá Hã hã hãe (Tupinambá)

 Exibição de Filmes Etnográficos - Tarde


Biblioteca Parque de Niterói

 Oficinas Culturais
15h – Oficina de artesanato – Filtro dos sonhos com Elvira Sateré Mawê (Sateré Mawê)

17/04 – quinta-feira

Biblioteca Parque de Manguinhos

 Oficinas Culturais
11h – Roda de conversa e contação de histórias com Dauá Puri (Puri)
16:30h – Contação de história – Cultura indígena contemporânea com Cristina Wapichana (Wapichana)

 Exibição de Filmes Etnográficos - Tarde

Biblioteca Parque da Rocinha

 Oficinas Culturais
10h – Oficina de saúde e ervas medicinais com Niara do Sol (Kariri Xocó)
14h – Oficina de saúde e ervas medicinais com Niara do Sol (Kariri Xocó)

 Exibição de Filmes Etnográficos - Tarde


Biblioteca Parque de Niterói

 Oficinas Culturais
15h – Oficina de reciclagem e artesanato com Sol (Puri)

18/04 – sexta-feira

Biblioteca Parque de Manguinhos

 Exibição de Filmes Etnográficos - Tarde 
 Apresentações de Canto e Dança
16h – Guarani – Aldeia de Paraty
Apresentação do Coral infantil e Dança dos Guerreiros Guaranis
17h – Pataxó
Apresentação de Canto e Dança - Contação de história da Etnia Pataxó
18h – Fulni-ô
Apresentação de Canto e Dança - Contação de história da Etnia Fulni-ô
19h – Guarani – Aldeia de Maricá
Apresentação do Coral infantil e Dança dos Guerreiros Guaranis

Biblioteca Parque da Rocinha

 Oficinas Culturais
10h – Roda de conversa e contação de histórias com Dauá Puri (Puri)
14h – Roda de conversa e contação de histórias com Dauá Puri (Puri)

19/04 - Dia do Índio - sábado

Biblioteca Parque de Manguinhos

 Oficina Cultural
16h– Oficina de música e dança Pataxó com Pacari Pataxó (Pataxó)
  
 Mostra de filmes etnográficos – 10-14hs
Vídeo nas Aldeias (1989 / 10min.)
A arca dos Zo'é (1993 / 22min.)
Tem que ser curioso (1997 / 16min.)
Segredos da mata (1998 / 37min.)
O Espírito da TV (1990 / 18min.)
Das crianças Ikpeng para o mundo (2001 / 35min.)
Índio na Tevê (2000 / 5min.)
O Retorno da Arara Amarela (2011 / 28min.)

Total: 3horas e 25 minutos

Biblioteca Parque da Rocinha

 Exibição de Filmes Etnográficos - Tarde

Escola de Artes Visuais do Parque Lage

 Artesanato indígena
10h às 16h

 Pintura corporal
10h às 16h

 Apresentações de Canto e Dança
9h – Guarani – Aldeia de Paraty
Apresentação do Coral infantil e Dança dos Guerreiros Guaranis
10h – Pataxó
Apresentação de Canto e Dança - Contação de história da Etnia Pataxó
13h – Fulni-ô
Apresentação de Canto e Dança - Contação de história da Etnia Fulni-ô
15h – Guarani – Aldeia de Maricá
Apresentação do Coral infantil e Dança dos Guerreiros Guaranis

Serviço

UERJ
Auditório 91 – 9º andar – Bloco F
R. São Francisco Xavier, 524 – Maracanã
Tel.: (21) 2334-0691 

Biblioteca Parque da Rocinha
Estrada da Gávea, 454 - Rocinha
Tels.: (21) 2334-7096/2334-7097/2334-7098

Biblioteca Parque de Niterói
Praça da República, s/nº - Centro

Biblioteca Parque de Manguinhos
Avenida Dom Helder Camara, 1184 - Benfica
Telefones: (21) 2234-8915/8916/8917

Museu do Ingá exibe mostra ‘Motivos do Rio de Janeiro’, de Emeric Marcier


Obras do artista romeno fazem parte da Coleção Banerj

O Museu do Ingá - espaço da Secretaria do Estado de Cultura (SEC ), abre as portas para a exposição Motivos do Rio de Janeiro - Emeric Marcier neste sábado, 12 de abril, às 15h. Trata-se de uma seleção de painéis do pintor e muralista romeno, inspirados por sua experiência nas ruas do Rio de Janeiro.  Com entrada gratuita, a exposição segue até 27 de julho.

“Este é o primeiro capítulo da série Os Grandes Formatos na Coleção Banerj - que exibirá obras de importantes pintores modernistas. Acreditamos, assim, cumprir um dos papéis fundamentais de um museu, que é o de comunicar suas coleções, tornando-as ponto de partida para uma reflexão crítica e abrangente, sobre a cultura fluminense e a arte brasileira”, explica Mariana Várzea, Superintendente de Museus da SEC.

Os Grandes Formatos na Coleção Banerj pretende exibir as obras de grande formato da coleção, feitas sob encomendas do banco, em 1965, a grandes pintores modernistas, para a decoração da agência. Entre eles, Marcier, Cícero Dias, Di Cavalcanti e Carybé.
Marcier chegou ao Brasil pela primeira vez em 1940. Morou no Rio de Janeiro e em Barbacena, em Minas Gerais. O artista ficou conhecido principalmente pelas pinturas de temática religiosa, mas seu trabalho também revela a admiração pelo povo e pelo cenário brasileiro, sempre expressando os diversos lados da realidade humana.  Declarava-se apolítico, mas era profundamente antifascista. Sua obra, à luz do presente, revela um artista, senão engajado, atento ao tempo em que vivia.

Mais de sete décadas depois de sua chegada ao Brasil, sua pintura de cores terrosas, mas vibrantes, onde vermelhos e amarelos se destacam, poderão ser apreciadas pelo público.

SERVIÇO

Motivos do Rio de Janeiro - Emeric Marcier
Horários:
Terça a sexta, das 12h às 17h; sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h.
Visitas mediadas para grupos com agendamento prévio pelo telefone: 2717-2903

Museu do Ingá
Rua Presidente Pereira, 78, Ingá – Niterói – RJ


quarta-feira, 9 de abril de 2014

Última semana para visitar as exposições de Luigi Ghirri e Araújo Porto-Alegre no IMS-RJ


 O Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro encerra no dia 13 de abril as exposições Luigi Ghirri. Pensar por imagens e Araújo Porto-Alegre: singular & plural.

Luigi Ghirri. Pensar por imagens. Ícones, Paisagens, Arquitetura

A primeira grande retrospectiva do fotógrafo italiano Luigi Ghirri (Scandiano, Reggio Emilia, 1943-1992) no Brasil. Dono de uma vasta produção e de um talento incomum para explorar a linguagem fotográfica, Ghirri foi uma figura fundamental da cena artística italiana, mas somente apenas depois de sua morte começou a ser redescoberto e consagrado pelo mundo.
A exposição é uma das maiores já realizadas sobre o fotógrafo e foi organizada segundo três caminhos centrais ao seu universo: a investigação dos ícones visuais que povoam o mundo contemporâneo; uma releitura da paisagem italiana, baseada num profundo conhecimento da história da arte; e uma indagação sobre os modos de viver, habitar e perceber o espaço.

Estão expostas quase 300 fotografias, a maior parte delas cópias de época, além de provas de impressão, livros de artista e outros objetos que ajudarão entender a carreira fascinante do fotógrafo que foi também editor, curador e um grande pensador da fotografia.

Araújo Porto-Alegre: singular & plural

A exposição traz cerca de 50 obras do iconógrafo, com destaque para a sua produção gráfica. Foram reunidas aquarelas, esboços, desenhos feitos à grafite e a nanquim. Artista múltiplo, Porto-Alegre atuou também como arquiteto, cenógrafo, crítico, historiador, escritor, jornalista e diplomata. Em busca da totalidade na obra de Porto-Alegre, a exposição também traz textos, poemas e projetos de arquitetura e cenografia.

O objetivo é mostrar a ampla atuação de Araújo Porto-Alegre no universo artístico brasileiro do século XIX e como suas ideias foram fundamentais para a sedimentação de uma cultura nacional.


Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea





Colóquio Performance e política


Inscrições para o V Seminário de Políticas Culturais