quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

MÚSICA - THE FEVERS NO PROJETO QUARTAS BRASILEIRAS

The Fevers continua percorrendo todo o Brasil e exterior com muito sucesso! No dia 9 de Março o grupo se apresentará no palco do Imperator - Centro Cultural João Nogueira, no Projeto "Quartas Brasileiras", com o festejado show Vem Dançar.

Nos espetáculos, música dançante (o título de “Vem Dançar” não é mera coincidência), inúmeros hits e, claro, sucessos que ganharam às telinhas como temas de novelas famosas.

Com direção geral de José Carlos Marinho, o espetáculo  da “Banda Mais Popular do Brasil ” tem balançado as pistas e multidões com canções inesquecíveis, como :”Mar de   Rosas“, “Vem  me ajudar“, “Cândida“, “Já Cansei“, “ Agora eu Sei”, “Marcas do que se   foi”, “Pra cima,  pra baixo” e“Elas por Elas” e grandes classicos da Jovem Guarda , Dentre as registradas no álbum “Vem dançar“, destaque  para “Vai e Vem” (Michael Sullivan e Alex Cohen) e “Vício sem  Cura“(Rogério “Percy” Lucas e Robson  Lucas),  mas também para as regravações de “É preciso saber viver” (Roberto e  Erasmo Carlos),  “Hey Jude” (Lennon & McCartney – Vs.: Rossini Pinto) e “Eu nasci há 10 mil anos atrás” (Raul Seixas e Paulo  Coelho).

O grupo The Fevers, aclamado pela mídia e prestigiado pelo público aonde quer que se apresente, continua levando legiões de fãs aos seus espetáculos. O interesse pelo trabalho do conjunto é tão relevante que, na maioria dos casos, surgem  convites para novas apresentações logo após uma exibição do conjunto. Isso, de norte a sul do país e até mesmo no exterior!

Serviço:
Quartas Brasileiras - The Fevers - "Vem Dançar"
Data: Dia 9 de março, quarta-feira
Horário: às 16h
Sessão Extra: 19h
Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira - Rua Dias da Cruz 170, Méier
Tel: 2597-3897
Classificação etária: Livre
Lotação da casa: 724

TEATRO - "PLINIO - A HISTÓRIA DO MALDITO BENDITO" UM MONÓLOGO COM ROBERTO BOMTEMPO

Nascido em 1935, o escritor, dramaturgo, jornalista, ator, palhaço e figura chave no teatro brasileiro, Plínio Marcos, completaria 80 anos em 2015 se estivesse vivo. Para celebrar a data, o ator Roberto Bomtempo estreia o monólogo “Plínio – A história do Maldito Bendito” no próximo dia 26, no Teatro Gláucio Gil, em Copacabana, onde ficará em cartaz de sexta a segunda às 20h, até o dia 28 de março.
Primeiro dramaturgo a colocar personagens que vivem à margem da sociedade como protagonistas, Plínio é autor de peças como “Barrela”, “Abajur Lilás”, “Navalha na Carne”, “Homens de papel”, “Quando as maquinas param”, “Dois perdidos numa noite suja”, “A balada de um palhaço”, dentre vários espetáculos importantíssimos para o nosso teatro.
O texto é inédito, baseado em diversos livros escritos pelo próprio autor e tem a dramaturgia assinada por Mauricio Arruda Mendonça. Dirigido por Silvio Guindane, a peça conta com o humor implacável de nosso protagonista, este que sempre lhe foi peculiar, mesmo passando por diversas dificuldades em sua trajetória de vida e carreira. 
Sinopse:
Passado nos últimos meses de vida do autor, a personagem Plínio Marcos faz um panorama de suas andanças pela vida, desde a sua infância em Santos, sua imersão no circo como o palhaço Frajola, suas primeiras peças, a constante censura em suas obras, filhos, casamentos, sua vida de camelô e principalmente seu eterno amor pelo teatro.
Serviço:
Plínio – A História do Maldito Bendito
Duração: 75 minutos
Temporada: 26 de fevereiro a 28 de março.
Local: Teatro Gláucio Gill - Praça Cardeal Arco-Verde – Copacabana – Telefone – 2547 7003
Horário: De sexta a segunda às 20h


EXPOSIÇÃO - DUDU GARCIA EXPÕE SUA ARTE COM A MOSTRA CARVÃO-OURO

Mais Um Galeria de Arte inaugura individual do carioca Dudu Garcia

Mostra Carvão-Ouro, em cartaz a partir de 1º de março, reúne 120 trabalhos de duas séries inéditas do artista

Inaugurada em dezembro de 2015 numa bela casa na Garcia D´Ávila, em Ipanema, a Mais Um Galeria de Arte abre as portas para sua segunda exposição. A partir de 1º de Março o artista carioca Dudu Garcia apresenta individual com 120 trabalhos inéditos, divididos em duas séries: Fragmentos e Carvão-Ouro. A curadoria da mostra é de Fernando Cocchiarale.
Na série Carvão-Ouro, que dá o título à mostra, o artista apresenta 60 obras produzidas desde o início de 2015. Com formatos variados, os módulos são pintados com carvão e folha de ouro. Em Fragmentos, como o próprio nome já diz, Dudu Garcia reúne 60 trabalhos feitos de fragmentos quadrados (41x41) de outras pinturas assinadas por ele.
“Dudu Garcia conseguiu produzir um sistema fundado na experimentação das possibilidades poéticas de uma pintura que extrai sua ordem espacial básica das marcas do tempo e dos homens deixadas sobre paredes e outras superfícies reais. O artista expõe aquilo que o quadro antes costumava cobrir”, resume o curador da galeria, Fernando Cocchiarale.

Sobre o artista – Dudu Garcia vive e trabalha no Rio de Janeiro, onde desenvolve sua pesquisa desde 2001. Integra o grupo de artistas da Fábrica Bhering, tendo sido ele o primeiro a ocupar o local.
Participou de diversas mostras em importantes museus e galerias, entre eles o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o Centro Cultural dos Correios, o Paço Imperial, e as galerias Luisa Strina e Nara Roesler. Já expôs na França, na Inglaterra, na Bélgica, nos Estados Unidos e no Japão. Suas obras compõem o acervo permanente de instituições como o MAM-RJ, MAM-BA e Centro Cultural Cândido Mendes.

Sobre a Mais Um Galeria de Arte - É o novo ponto de encontro de arte no Rio de Janeiro. Sob curadoria de Fernando Cocchiarale, a galeria oferece obras múltiplas em vários suportes – gravuras, fotografias, pinturas, vídeos e esculturas – em associação com importantes editoras nacionais e internacionais. Um dos destaques do espaço é a vitrine com exibição permanente de videoarte. 

Serviço:
Carvão-Ouro, por Dudu Garcia
Entrada gratuita
Abertura: 1º de março, às 19h
Período de visitação: 2 de março a 18 de abril
Horário de visitação: – Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h. Sábados, das 10h às 17h
Local: Mais Um Galeria de Arte – Rua Garcia D´Ávila, 196, Ipanema. Tel: 3085-3000


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

CINEMA O ABRAÇO DA SERPENTE + BATE PAPO COM EDUARDO VIVEIROS DE CASTRO


Sinopse: Karamakate, outrora um poderoso xamã da Amazônia, é o último sobrevivente de seu povo, e agora vive em isolamento voluntário nas profundezas da selva. Os anos de solidão absoluta o tornam vazio, privado de emoções e memórias. Sua vida sofre uma reviravolta quando chega ao seu esconderijo remoto Evan, um etnobotânico americano em busca da Yakruna, uma poderosa planta capaz de ensinar a sonhar. O xamã decide acompanhar o estrangeiro em sua busca, e juntos embarcam em uma viagem ao coração da selva, onde passado, presente e futuro se confundem, fazendo-o aos poucos recuperar suas memórias. Essas lembranças trazem uma dor profunda que não libertará Karamakate até que ele transmita o conhecimento ancestral que antes parecia destinado a perder-se para sempre.

Filmar na floresta amazônica é muitas vezes sinônimo de grande dificuldade, o que foi o caso em O ABRAÇO DA SERPENTE. O diretor Ciro Guerra admite que ele quase desistiu das filmagens de tantos problemas que teve que enfrentar: "Assim que terminamos a primeira semana de filmagens, fiquei extremamente preocupado coma quantidade de problemas que tivemos que enfrentar, o cronograma de filmagens era muito apertado e ficou claro que nós nunca conseguiríamos terminar esse filme. Tínhamos sido muito ambiciosos e os deuses da floresta estavam nos punindo por isso. Com isso em mente, como um capitão que é o primeiro a descobrir que seu navio está afundando, sentei-me, confortavelmente e me preparei para enfrentar o naufrágio inevitável. Mas acabei por testemunhar um milagre. "

O filme nasceu da curiosidade de Ciro Guerra pela Amazônia colombiana, um vasto e misterioso lugar que representa metade da superfície do país. Apesar de ser colombiano, o cineasta não conhecia este lugar selvagem como muitos de seus compatriotas: "No geral, a Colômbia não se interessa por esse saber nem por essa forma de conhecer o mundo. É uma parte do nosso país que é subestimado mas que, pelo que eu pude conhecer, me parece fundamental. Quando começamos a estudar essa região e a desenvolver as pesquisas é inevitável nos depararmos com o olhar estrangeiro, de membros de expedições e viajantes, quase sempre Norte Americanos ou Europeus que nos dão informações sobre o nosso próprio mundo, nosso próprio país. Então eu tive a ideia de contar uma história através do prisma desse encontro, mas a partir de uma perspectiva em que o personagem principal não é um homem branco, como de costume, mas um indígena, um aborígene."

O filme foi selecionado pela Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes 2015 e recentemente o longa ganhou o prêmio "Science in Film" no Festival de Sundance 2016. O Filme concorre ao Oscar 2016 na categoria melhor filme estrangeiro.

Serviço:
Sessão Especial Abraço da Serpente + bate papo com o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro
Data: Sábado, 27 de fevereiro, às 10h
Local:Estação NET Botafogo 1
ingressos: R$26,00 (inteira) R$13,00
Informações: grupoestacao.com.br

TEATRO - NORDESTINOS

Sucesso de critica e de publico em 2015, o espetáculo “Nordestinos” voltou ao Rio de Janeiro, no dia 11 de Fevereiro, no Teatro Eva Herz, para uma curta temporada. 
Com direção de Tuca Andrada, a trama escrita por Walter Daguerre (de “Elefante”) a partir do argumento de Lino, nos apresenta as histórias de quatro pessoas que se ligam pela origem nordestina. 
Com base em depoimentos reais, o espetáculo acompanha personagens e suas trajetórias migratórias com destino às “cidades dos sonhos”. A peça mostra a realidade de nordestinos que migram para várias partes do Rio de Janeiro e de São Paulo. 
São quatro diferentes histórias que se ligam pela origem geográfica e afetiva em comum, o Nordeste brasileiro, a partir de depoimentos reais que são a matéria prima, o manancial de onde emergirão vários personagens e suas trajetórias de migrantes de suas terras.
O elenco sob a direção do pernambucano Tuca Andrada é composto exclusivamente por quatro atores.

Serviço:
Peça Nordestinos
Temporada: De 11 de fevereiro a 2 de abril de 2016
Quinta a Sábado ás ​19h30.
Local: Teatro Eva Hertz - Rua Senador Dantas, 45 - Centro - Rio de Janeiro/RJ
Duração: 70 minutos
Faixa etária: 12 anos

TEATRO - OS SAPOS EM CURTA TEMPORADA


Premiado espetáculo comemora 100 apresentações em curta temporada no Teatro Glaucio Gill, de 17 de fevereiro a 31 de março
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Crédito: Julia Kurc


Sucesso de crítica e público, a peça “Os Sapos”, de Renata Mizrahi, volta ao Rio de Janeiro para comemorar sua centésima apresentação após turnê em Salvador e Aracaju pelo Programa Petrobras de Cultura. A comemoração será durante a temporada no Teatro Glaucio Gill, em Copacabana, do próximo dia 17 a 31 de março, sempre às quartas e quintas-feiras, às 20h. “Os sapos” estreou em 2013, no Galpão das Artes do Espaço Tom Jobim, , no Jardim Botânico.
Os Sapos foi vencedor do Prêmio FITA nas categorias: Atriz [Verônica Reis] e Atriz Coadjuvante [Paula Sandroni] e indicado aos prêmios Revelação Direção [Renata Mizrahi e Priscila Vidca] e Texto [Renata Mizrahi], também na FITA [Festa Internacional de Teatro de Angra - 2013] e Melhor Texto Nacional Inédito no Prêmio Cesgranrio de Teatro 2013.
A ideia do espetáculo surgiu depois de uma viagem da autora que, isolada numa casa de campo, conheceu dois casais cuja exagerada dependência psicológica e suas fragilidades - como ciúme, ansiedade e excesso de preocupação - se evidenciaram em pouco tempo. A partir desta experiência, criou uma história que se passa em um dia e uma noite numa casa de campo na serra. Uma mulher solteira, Paula, 40 anos, recém separada, chega numa casa de campo achando que vai rever os amigos de infância e se depara com dois casais em crise. Neste lugar isolado, só passa um ônibus por dia, e portanto, ela só poderá ir embora no dia seguinte. Ela é obrigada a presenciar e vivenciar as neuroses e histerias dos relacionamentos de Marcelo e Luciana e Claudio e Fabiana . “Os Sapos” é um espetáculo tragicômico sobre as tênues ligações afetivas que unem os casais.
O texto começa como uma comédia de costumes: leve com diálogos corriqueiros. Aos poucos, Paula e o espectador descobrem a complexidade da relação dos dois casais. As situações vividas pelos personagens se tornam sufocantes e opressoras. Os diálogos ficam ácidos e explosivos.
A direção conduz o espectador para dentro dessa história, fazendo com que ele se sinta parte das relações intimistas vividas pelos personagens. O título da peça é uma referência aos sapos que se escondem no banheiro - são retirados de lá, mas sempre voltam. E é também aquilo que se engole seco, a não expressão de um sentimento, o silêncio.
Os cinco atores, em cena o tempo todo, embarcam num estratégico jogo de relações, que vão se encadeando cena a cena, revelando, aos poucos, a verdadeira face dos personagens.
"Os Sapos" fala com humor de como as relações podem atingir níveis primitivos, quando casais são colocados em situação de confinamento.
SERVIÇO: 
OS SAPOS
Local: Teatro Glaucio Gil -  Praça Cardeal Arcoverde, s/nº - Copacabana
Temporada: De 17 de fevereiro a 31 de março
Horários: quartas e quintas, às 20h
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia)
Funcionamento da bilheteria: de segunda a domingo, das 16h às 20h
Informações: (21) 2332 7904
Duração do espetáculo: 70 minutos
Classificação: 14 anos
Capacidade: 102 lugares
  

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

TEATRO - O DELÍRIO DO VERBO COM JONAS BLOCH


Manoel de Barros nos oferece um novo olhar sobre a vida, nossos valores, através de seus textos plenos de poesia e humor. O espetáculo percorre os vários universos apresentados em seus livros, transformados em Teatro.
A peça contém os mais variados textos de Manoel de Barros, desde as reminiscências de infância, ao universo da Natureza, algumas vezes de forma popular, outras com toques surrealistas, algumas com pura poesia, muitas com ironias e muito humor.

Serviço: 
Teatro - O delírio do Verbo
Data: Quintas às 20:30
Temporada durante o mês de Março
Local: Midrash Centro Cultural
Rua General Venâncio Flores, 184 - Leblon - Rio de Janeiro