quinta-feira, 6 de agosto de 2015

CAIXA CULTURAL COMEMORA 35 ANOS COM PROGRAMAÇÃO ESPECIAL


Investimento do banco em cultura chegou a R$ 89 milhões em 2014
A CAIXA Cultural completa 35 anos no dia 12 de agosto. Para celebrar o aniversário, a programação das unidades culturais será especial durante todo o mês. Serão realizados 21 apresentações musicais, 20 exposições, 13 oficinas, quatro exibições de filmes, três espetáculos de teatro, entre outras atrações. No mês da comemoração são esperadas mais de 150 mil pessoas nas unidades da CAIXA Cultural pelo país.

Nos últimos três anos, a CAIXA investiu mais de R$ 214 milhões em cultura, contemplando 1.357 projetos. Apenas em 2014, o investimento foi de R$ 89 milhões em 324 projetos culturais apresentados nas sete unidades em funcionamento: Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza, Recife e Curitiba. A política de incentivo cultural do banco se tornou referência no apoio às mais variadas manifestações culturais em todo o país. No ano passado, mais de 1,6 milhão de pessoas visitaram as unidades da CAIXA Cultural.

Considerando as sete unidades, a CAIXA Cultural reúne 24 galerias, seis teatros, quatro salas multimídia, duas salas de cinema, dois sítios arqueológicos, um museu, um centro de documentação, uma biblioteca, entre outros espaços.

A CAIXA investe em cultura por meio dos programas: CAIXA de Apoio a Festivais de Teatro e Dança, CAIXA de Apoio ao Patrimônio Cultural Brasileiro, CAIXA de Apoio ao artesanato Brasileiro e Programa de Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural, além dos programas de arte-educação e patrocínios. Para saber sobre os programas, acesse http://www.programasculturaiscaixa.com.br/

Programação Especial
Confira os destaques de cada unidade:

Brasília:
A CAIXA Cultural Brasília, que foi a primeira unidade aberta pelo banco, em 1980, destaca o show da cantora e compositora Adriana Calcanhotto. O espetáculo Olhos de onda traz os grandes sucessos da artista em versões acústicas. As apresentações acontecerão de 5 a 9 de agosto, às 20h (de quarta-feira a sábado) e às 19h (domingo).

Fortaleza:
Em Fortaleza, além de comemorar o aniversário da CAIXA Cultural, o show Gonzaguinha, tudo outra vez, presta uma homenagem ao cantor que completaria 70 anos. Os músicos Fábio Luna, Marcelo Caldi, Edú Krieger, Fabiano Salek, junto com o filho de Gonzaguinha, Daniel Gonzaga, relembram clássicos do consagrado compositor. Shows de 7 a 9 de agosto, às 20h (de sexta-feira a sábado) e às 19h (domingo).

Curitiba:
De 14 a 16 de agosto, o teatro da CAIXA Cultural Curitiba recebe o espetáculo Aos nossos filhos. A montagem trata das relações familiares contemporâneas levando pela primeira vez aos palcos brasileiros a atriz portuguesa Maria de Medeiros, conhecida por sua atuação em Pulp Fiction, de Quentin Tarantino. A peça se passa na noite em que a filha conta a sua mãe que vai ter um filho através da barriga de sua companheira, trazendo à tona encontros e conflitos das duas gerações. Na sexta a peça será apresentada às 20h, no sábado e domingo às 18h e 20h30.
Recife:
Na CAIXA Cultural Recife, a mostra Abelardo da hora 90 anos: vida e arte é o destaque da programação de aniversário. A exposição conta com esculturas, desenhos e gravuras do artista pernambucano falecido em 2014 aos 90 anos de idade. Abelardo ficou conhecido pela confecção de peças com forte temática social, que denunciam a miséria brasileira e a exclusão, sendo considerado pela crítica especializada o maior escultor expressionista do Brasil. De 12 de agosto a 27 de setembro, com entrada gratuita.

Rio de Janeiro:
Na capital carioca a peça Bonitinha, mas ordinária, de Nelson Rodrigues, será apresentada pela Cia Teatro Portátil. A peça discute a condição humana e as possibilidades do homem de mudar a realidade e transformar sua história. A partir de um enredo de folhetim, os espectadores acompanham a trajetória de Edgard, que recebe uma proposta aparentemente irrecusável de subir na vida casando-se com a filha do seu patrão. De 6 a 30 de agosto (quinta-feira a domingo), sempre às 19h. Além do espetáculo, será realizada uma oficina gratuita sobre a dramaturgia de Nelson Rodrigues ministrada por Alexandre Bocannera, diretor da Cia Teatro Portátil. A atividade será nos dias 12 e 13 de agosto, das 14h às 17h.

São Paulo:
A cantora e compositora, Blubell, faz dois shows do seu álbum Diva é a mãe. Nome de destaque da cena musical contemporânea, Blubell faz uma música que mescla jazz e pop, com pitadas de humor e romantismo. Dias 12 e 13 de agosto, às 19h15, com ingressos gratuitos.

Salvador:
Circuito Música Bahia será o destaque especial de aniversário na Caixa Cultural Salvador. A atração será o show do cantor Russo Passapusso com participação de Curumin. As apresentações contarão com a interpretação pulsante e as composições sensíveis de Russo, que mostrará seu som vanguardista com forte influência de uma das gerações áureas da música brasileira, a dos anos 1970. O show será apresentado de 6 a 9 de agosto (com a participação de Curumin), e 13 a 16 de agosto. De quinta-feira a sábado, às 20h, e no domingo, às 19h.

Recepção de aniversário:
Para comemorar os 35 anos, o banco vai preparar um café da manhã para quem passar pela CAIXA Cultural no dia 12 de agosto. O evento começa às 9h e será realizado nas sete unidades.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Cinema do IMS-RJ recebe mostra Arquitetura como autobiografia dedicada ao cineasta alemão Heinz Emigholz



Entre os dias 8 e 16 de agosto, o cinema do IMS-RJ apresenta a mostra Arquitetura como autobiografia, com filmes do cineasta alemão Heinz Emigholz. Há mais de 25 anos, Emigholz procura transmitir a passagem do tempo no cinema por meio da arquitetura. Seus filmes são passeios contemporâneos por edifícios e outros espaços arquitetônicos, mostrando como são habitados e como foram transformados por seus usuários ao longo de sua história. O cineasta já realizou mais de 100 filmes, dos quais um conjunto de dez, todos inéditos no Brasil, compõe a programação desta retrospectiva. No sábado, dia 8, após a exibição de A pista de pouso, Emigholz conversará com Aaron Cutler, um dos curadores do evento.
Os filmes focam trabalhos de arquitetos modernistas, como Louis Sullivan, Rudolph Schindler, Pier Luigi Nervi, Auguste e Gustave Perret, entre outros. Esses arquitetos e suas obras são apresentados a partir de um ponto de vista pessoal, oferecendo ao espectador um recorte sobre a herança que o século XX deixou ao século XXI.

Em uma entrevista a Cutler, em 2013, Emigholz explica: “Algumas pessoas disseram: ‘Isto é apenas para arquitetos’, mas meu ponto de vista é outro. Nós todos temos que viver em algum tipo de moradia, então precisamos pensar sobre a arquitetura, ou sermos confrontados com o que ela é e/ou pode ser, mesmo que não se queira lidar com isso. Meu objetivo, desde o início, sempre foi usar as ferramentas do cinema para representar a arquitetura. Isso é subversivo, porque o cinema geralmente é elaborado para mostrar o que acontece em um espaço, mas também pode representar os próprios espaços da melhor maneira imaginável.”

Com curadoria de Aaron Cutler e Mariana Shellard, a mostra Arquitetura como autobiografia: Filmes de Heinz Emigholz é produzida pela Anamauê, com o apoio do Goethe-Institut Rio de Janeiro.

PROGRAMAÇÃO
Sábado | 8 de agosto
19h30: A pista de pouso (Airstrip - Aufbruch der Moderne, Teil III)
De Heinz Hemigholz (Alemanha, 2013. 112’)

Vigésima primeira parte de Fotografia e além e terceira parte da trilogia Decampamento do modernismo. O filme apresenta 30localidades no mundo, filmadas por Emigholz entre 2011 e 2012, e traça um percurso da arquitetura moderna após o lançamento das bombas atômicas no fim da Segunda Guerra Mundial. A história evoca de forma confessional o fardo de ser alemão. O filme visita o Panteão; o monumento a Gustave Eiffel, de Auguste Perret, na base da torre Eiffel; La Bombonera, de Viktor Sulčič e Jose Luis Delpini; um armazém de Eladio Dieste, em Montevidéu; Lãs Arboledas, de Luis Barragán, na Cidade do México; a embaixada italiana em Brasília, de Pier Luigi Nervi; o Northfield Memorial, em Tinian, nas ilhas Marianas do Norte, de onde partiram as bombas atômicas para Hiroshima e Nagasaki; um ponto de ônibus, de Ulrich Muther, em Binz; entre outros.

Após a sessão, conversa aberta ao público entre o cineasta Heinz Emigholz e o curador da mostra Aaron Cutler.

Domingo | 9 de agosto
20h: Perret na França e Argélia (Perret in Frankreich und Algerien)
De Heinz Hemigholz (Alemanha, 2012. 110’)

Vigésima parte de Fotografia e além, segunda parte da trilogia Decampamento do modernismo e incluído na subsérie Arquitetura como autobiografia. O filme apresenta 30 construções dos irmãos franceses Auguste Perret (1874-1954) e Gustave Perret (1876-1952), realizadas na Franca e na Argélia entre 1904 e 1954, e filmadas por Emigholz em 2011. Os arquitetos trabalharam durante um período em que o país africano ainda era uma colônia francesa, e morreram pouco tempo antes do início da Guerra de Independência Argelina, que resultou no fim da colonização. No filme, a evolução da história nos dois países é naturalmente sugerida pela atual condição e pelo uso dos edifícios locais. Na Argélia, prédios anteriormente ocupados pela aristocracia foram convertidos em espaços abertos ao público em geral. Em contraste, na França, a jornada revela a preocupação em conservar e manter o uso original dos edifícios.

Terça-feira | 11 de agosto
20h: Parabeton – Pier Luigi Nervi e o concreto romano (Parabeton – Pier Luigi Nervi und Römischer Beton)
De Heinz Hemigholz (Alemanha, 2012. 100’)

Décima nona parte de Fotografia e além, primeira parte da trilogia Decampamento do modernismo e incluído na subsérie Arquitetura como autobiografia. O filme justapõe 17 construções do engenheiro civil italiano Pier Luigi Nervi (1891-1979) realizadas na Itália e na França entre 1932 e 1971 e 10 ruínas do Império Romano, todas filmadas por Emigholz em 2011. Inspirado na resistência e na maleabilidade das construções romanas antigas (as primeiras em concreto), Nervi ampliou o uso de um tipo de concreto armado mais leve, chamado ferrocimento. O filme conduz o olhar para o alto, seguindo o movimento ondular dos dois grupos de construções. As imagens são acompanhadas pela riqueza e pela variedade de sons que ecoam em cada local.

Quarta-feira | 12 de agosto
20h: Dois museus (Zwei Museen)
De Heinz Hemigholz (Alemanha, 2012. 18’)

Vigésima segunda parte de Fotografia e além. O filme justapõe o museu Coleção Menil, em Houston, construído pelo arquiteto italiano Renzo Piano entre 1982 e 1986, e o Museu de Arte Ein Harod, em Israel, construído pelo arquiteto polonês Samuel Bickels, em 1948, ambos filmados por Emigholz em 2012. A iluminação natural suave dos ambientes da Coleção Menil reflete a qualidade tranquila do bairro em que o variado acervo está localizado. Na mesma latitude e em uma área de kibutz, o primeiro edifício construído para abrigar um museu de arte no Estado de Israel tem qualidades similares.

O prado das coisas (Die Wiese der Sachen) 
De Heinz Hemigholz (Alemanha, 1974-1987. 88’)

Longa-metragem de ficção e terceira parte da Trilogia dos anos 1970. É a primeira tentativa de Emigholz de explorar, por meio do cinema, espaços arquitetônicos como indícios de histórias humanas. A ação acontece na cidade de Clonetown entre 1974 e 1979. Charon, um terrorista desiludido e pouco confiável, narra, às margens do esquecimento, sua decadência eminente a um negociante de carros sequestrado. Em suas memórias, Charon traz à tona seu segundo e seu terceiro egos – um artista megalomaníaco e um perverso vendedor de tapetes.

Quinta-feira | 13 de agosto
20h: O bando sagrado (Der zynische Körper)
De Heinz Hemigholz (Alemanha, 1986-1990. 89’)

O percurso de um grupo de amigos que parte em busca de autoconhecimento é envolvido por edifícios emblemáticos, como A Sagrada Família, em Barcelona, e a Catedral de Colônia. Último longa-metragem de ficção de Emigholz. Roy, um editor de livros, está morrendo e, junto com ele, a República Democrática da Alemanha. Seus amigos reúnem o que, para Roy, são apenas os dejetos de uma vida que já não existe mais – seu dinheiro, suas fotografias, seus últimos desejos, como a destruição de seus diários. O grupo, que se dissolve com a morte de um membro, é composto por um desenhista, um escritor, um arquiteto, uma fotógrafa e uma tradutora. Seus papéis impregnam-se uns aos outros enquanto eles são conduzidos em uma jornada em busca de autoconhecimento.

Sexta-feira | 14 de agosto
20h: Loos ornamental (Loos Ornamental)
De Heinz Hemigholz (Alemanha, 2012. 72’)

A arquitetura se torna um elemento da paisagem e da história do século XX. A paisagem é também simbólica e espelha os pensamentos e estudos de Emigholz, contando uma história que, além de ser mundial, também é pessoal. Décima terceira parte deFotografia e além e incluído na subsérie Arquitetura como autobiografia. O filme apresenta 27 construções do arquiteto austríaco Adolf Loos (1870-1933), realizadas na Áustria, na Republica Checa (boa parte durante o Império Austro-Húngaro) e na França, entre 1899 e 1931, e filmadas por Emigholz em 2006. Influenciado por Louis Sullivan, Loos revolucionou a arquitetura de seu tempo ao eliminar a ornamentação florida típica da Europa. No filme, as construções estão intactas, e muitos dos interiores aparentam ter perdido sua função original para se tornarem objetos de museu, preservando, assim, uma era passada no contexto de uma cidade moderna.

Sábado | 15 de agosto
20h: As casas de Schindler (Schindlers Häuser)
De Heinz Hemigholz (Alemanha, 2006-2007. 99’)

O filme conduz o espectador a uma reflexão sobre a sociedade de hoje, em contraste com aquela em que os arquitetos austríacos Rudolph Schindler e Adolf Loos viveram. Décima segunda parte de Fotografia e além e incluído na subsérie Arquitetura como autobiografia. Quarenta construções do arquiteto austríaco naturalizado norte-americano Rudolph M. Schindler (1887-1953), todas realizadas em Los Angeles entre 1921 e 1952, e filmadas por Emigholz em 2006. Logo no inicio, um narrador declara que “não há sentido em separar a construção do ambiente ao seu redor”. As cenas seguintes mostram como Schindler trabalhou seus interiores, desenhando o espaço de forma que o olhar pudesse passear sem obstruções, criou janelas com vidros, de tamanhos, formas e tonalidades variadas para a entrada de luz natural, e acomodou, assim, a natureza exterior no ambiente doméstico.
Domingo | 16 de agosto

20h: Os bancos de Sullivan (Sullivans Banken)
De Heinz Hemigholz (Alemanha, 1993-2000. 38’)

Segunda parte de Fotografia e além e incluído na subsérie Arquitetura como autobiografia. O filme apresenta os oito últimos edifícios construídos pelo arquiteto norte-americano Louis H. Sullivan (1856-1924) para instituições bancárias do centro-oeste dos Estados Unidos. Construções intactas em tijolo aparente, elegantes ornamentos em cerâmica, vidro e mosaico e luxuosas decorações de interiores sustentam uma era passada que coexiste com a modernidade já obsoleta de 1995, ano em que foram filmados.

As pontes de Maillart (Maillarts Brücken)
De Heinz Hemigholz (Alemanha, 1995-2000. 24’)

Terceira parte de Fotografia e além e incluído na subsérie Arquitetura como autobiografia. O filme apresenta 13 construções do engenheiro civil suíço Robert Maillart (1872-1940), todas realizadas na Suíça, e filmadas por Emigholz em 1996. Maillart levou para a engenharia civil a beleza do desenho, mantendo a economia de materiais e a eficiência nas construções pela simplificação da forma. O filme revela a comunhão entre as estruturas de Maillart e o meio ambiente ao redor, com a mesma simplicidade e serenidade que as caracteriza.
  
Ingresso
R$ 8,00 (inteira) e R$ 4,00 (meia)

Ingressos disponíveis também em www.ingresso.com
Disponibilidade de ingressos sujeita à lotação da sala.

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO APRESENTA MOSTRA DE FILMES DA VANGUARDA CALIFORNIANA



Com filmes inéditos que marcam a inovação da estética cinematográfica durante a revolução cultural e sexual americana, a mostra terá toda renda doada ao programa Rio Sem Homofobia

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 4 a 16 de agosto (terça-feira a domingo), a mostra A Vanguarda de São Francisco, com 39 filmes, entre curtas, médias e longas-metragens nunca exibidos no Brasil. Os filmes marcaram a época do movimento artístico conhecido como Renascença de São Francisco, nos Estados Unidos (EUA), após a Segunda Guerra Mundial, nos anos 1940A curadoria é do crítico de cinema Paulo Ricardo de Almeida e toda a renda da bilheteria será doada ao programa Rio Sem Homofobia.

Para a programação, foram selecionados filmes de diretores consagrados como Sidney Peterson, que foi jornalista, escritor e cineasta, consultor do Museu de Arte Moderna, de Nova York (MoMA) e fundador do Workshop 20 na California School of Fine Arts (atualmente San Francisco Art Institute), primeiro curso de cinema daquela cidade. Outros nomes de peso são James Broughton, poeta, dramaturgo e cineasta, precursor do Beatniks - movimento cultural antimaterialista antecessor ao movimento hippie -; o poeta beat Christopher MacLaine; e Bruce Baillie, um dos fundadores da Cinemateca de São Francisco e da Canyon Cinema.

“A seleção traz a efervescência do cinema avant-garde de São Francisco, mais radical e ousado, tanto no estilo quanto nos temas retratados, do que o que se fazia na Costa Leste, com Maya Deren, por exemplo”, explica o curador. A cidade foi um dos berços do cinema de vanguarda americano. Notavelmente influenciados pelo surrealismo, com montagem, enquadramentos e cortes fora dos padrões estéticos da indústria comercial hollywoodiana, os filmes também inovaram ao explorar outras experiências sensoriais.

Entre os destaques da mostra estão The potted psalm (1947), de Sidney Peterson e James Broughton, primeiro filme da Renascença de São Francisco e da Workshop 20, e Castro street (1966), de Bruce Baillie, curta-metragem premiado e selecionado para preservação pelo National Film Registry da Biblioteca do Congresso. Além dos quatro filmes dirigidos por Christopher Maclaine: Scotch hop (1959), Beat (1958), The man who invented Gold (1957) e The end (1953). Todos os filmes serão exibidos com legendas em português.

Outras informações sobre a mostra no endereço facebook.com/AVanguardaDeSaoFrancisco.

Debate:
No dia 13 de agosto (quinta-feira), às 19h, será realizado um debate com Daniel Caetano, cineasta, crítico de cinema, professor do curso de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense (UFF), e Marina Cavalcanti Tedesco (a confirmar), cineasta e publicitária, professora do Departamento de Cinema e Vídeo e colaboradora do programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da UFF. Eles vão analisar a emergência do cinema de vanguarda e underground na cidade de São Francisco, a partir da fundação do Workshop 20 na California School of Fine Arts, no final da década de 1940, bem como a relação destes diretores como o movimento artístico que ficou conhecido como a Renascença de São Francisco. O debate tem entrada gratuita.

Programação:

4 de julho (terça-feira)
17h - Sessão Sidney Peterson 1 (61 minutos)
The cage (1947), 25 min; The petrified dog, (1947), 18 min; The lead shoes, (1949), 18 min.
19h - Sessão James Broughton 1 (51 min)
Mother’s day (1948) 15 min; Adventures of Jimmy (1950) 11 min; Loony Tom: the happy lover (1951), 10 min; Four in the afternoon, (1951), 15 min.

5 de agosto (quarta-feira)
17h - Sessão James Broughton 2 (82 min)
Big joy: the adventures of James Broughton, (2013), 82 min.
19h - Sessão James Broughton e Sidney Peterson (53 min)
The potted psalm, (1947), 25 min; The bed, (1968), 20 min; Windowmobile, (1975), 8 min.

6 de agosto (quinta-feira)
17h - Sessão James Broughton 3 (59 min)
This is it, (1971), 10 min; Dreamwood, (1972), 46 min; High Kukus, (1973), 3 min.
19h - Sessão Bruce Baillie 1 (47 min)
Mass for the Dakota Sioux, (1964), 21 min; Tung, (1966), 6 min; Castro street, (1966), 10 min; Valentin de las Sierras, (1967), 10 min.

7 de agosto (sexta-feira)
17h - Sessão Christopher MacLaine (61 min)
The end, (1953), 35 min; The Man who invented gold, (1957), 14 min; Beat, (1958), 6 min; Scotch hop, (1959), 6 min.
19h - Sessão James Broughton 4 (60 min)
The Golden positions (1970), 16mm, 32 min; Erogeny, (1976), 6 min; Song of the godbody, (1977), 11 min; Hermes Bird, (1979), 11 min.

8 de agosto (sábado)
17h - Sessão Bruce Baillie 2 (48 min)
All my life, (1966), 3 min; Quixote, (1965), 45 min.
19h - Sessão Boughton 5 (61 min)
The pleasure garden, (1953), 38 min; Testament, (1974), 20 min; The water circle, (1975), 3 min.

9 de agosto (domingo)

17h - Sessão James Broughton 6 (71 min)
Nuptiae, (1969), 14 min; Together, (1976), 3 min; Shaman psalm (1981), 16mm, 7 min; The garden of Eden, (1981), 8 min; Devotions (1983), 16mm, 22 min; Scattered remains, (1988), 14 min;
19h - Sessão Sidney Peterson 2 (62 min)
Clinic of stumble, (1947), 16 min; Horror dream (1947), 16mm,  10 min; Mr. Frenhofer and the Minotaur, (1948), 21 min; Man in a bubble(1981), 15 min.

11 de agosto (terça-feira)        
17h - Sessão Bruce Baillie 1 (47 min)
Mass for the Dakota Sioux, (1964), 21 min; Tung,(1966), 6 min; Castro street, (1966), 10 min; Valentin de las Sierras, (1967), 10 min.
19h - Sessão James Broughton 2 (82 min)
Big joy: the adventures of James Broughton, (2013), 82 min.

12 de agosto (quarta-feira)
17h - Sessão James Broughton 1 (51 min)
Mother’s day, (1948), 15 min; Adventures of Jimmy, (1950), 11 min;
Loony Tom: the happy lover, (1951), 10 min; Four in the afternoon (1951), 16mm, 15 min.
19h - Sessão Christopher MacLaine (61 min); The end, (1953), 35 min; The man who invented gold, (1957), 14 min; Beat, (1958), 6 min;Scotch hop, (1959), 6 min.

13 de agosto (quinta-feira)
15h - Sessão James Broughton 2 (82 min)
Big joy: the adventures of James Broughton, (2013), 82 min.
17h - Sessão Boughton 5 (61 min)
The pleasure garden, (1953), 38 min; Testament, (1974), 20 min; The water circle, (1975), 3 min.
19h – Debate: participação de Daniel Caetano, cineasta, crítico de cinema, professor do curso de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense (UFF), e Marina Cavalcanti Tedesco (a confirmar), cineasta e publicitária, professora do Departamento de Cinema e Vídeo e colaboradora do programa de pós-graduaçãoem Estudos Contemporâneos das Artes da UFF. Entrada franca.

14 de agosto (sexta-feira)
15h - Sessão James Broughton 6 (71 min)
Nuptiae, (1969), 14 min; Together, (1976), 3 min; Shaman psalm (1981), 16mm, 7 min; The garden of Eden, (1981), 8 min; Devotions, (1983), 22 min; Scattered remains, (1988), 14 min.
17h - Sessão Sidney Peterson 2 (62 min).
Clinic of stumble, (1947), 16 min; Horror dream, (1947), 10 min; Mr. Frenhofer and the Minotaur, (1948), 21 min; Man in a bubble, (1981), 15 min.
19h - Sessão James Broughton 3 (59 min)
This is it, (1971), 10 min; Dreamwood, (1972), 46 min; High Kukus, (1973), 3 min

15 de agosto (sábado)
17h - Sessão James Broughton e Sidney Peterson (53 min)
The potted psalm, (1947), 25 min; The bed, (1968), 20 min ; Windowmobile, (1975), 8 min.
19h - Sessão Sidney Peterson 1 (61 minutos)
The cage (1947), 25 min; The petrified dog, (1947), 18 min; The lead shoes, (1949), 18 min

16 de agosto (domingo)
17h - Sessão James Broughton 4 (60 min)
The golden positions, (1970), 32 min; Erogeny (1976), 6 min; Song of the Godbody, (1977), 11 min; Hermes Bird, (1979), 11 min
19h - Sessão Bruce Baillie 2 (48 min)
All my life, (1966) 3 min; Quixote, (1965) 45 min.


Serviço:
Mostra A Vanguarda de São Francisco
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Data: 4 a 16 de agosto de 2015 (terça-feira a domingo)
Horários: Consultar Programação
Ingresso: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação:  78 lugares (mais 3 para cadeirantes)
Classificação Indicativa: Consultar programação
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal


Espetáculo que conta a história dos Orixás será exibido em Campo Grande


A celebração dos rituais africanos e a passagem dos principais orixás do Candomblé pela terra são o tema principal do espetáculo “Xirê Orixá – Divindades da Criação”.

Dirigido e coreografado por Márcio Moura, com apoio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e da Secretaria Municipal de Cultura e duração de 50 minutos, o espetáculo de teatro e dança é inspirado em um ato cerimonial de manifestações afro-religiosas, quando os Orixás são "convidados"  a virem à terra para celebrar junto com os humanos e relembrar, através da dança, suas passagens terrenas. Na África o número de orixás  passa dos 200. Mas em “Xirê Orixá”, somente 7 dessas divindades, serão personificadas no espetáculo.

Com o objetivo de abrir os horizontes do público para questões atuais e pertinentes como o racismo, a montagem usa o lado sensível e mágico da dança envolvente dos orixás para levantar a bandeira da paz. Com uma trilha musical escolhida especialmente para o espetáculo, misturam-se toques ritualísticos com os principais intérpretes da MPB que versaram sobre a história dos orixás.

No palco, 8 atores /bailarinos que interpretarão o 7 Orixás mais conhecidos no Brasil. Ao mesmo tempo que Oxum, Iansã, Xangô, Oxossi, Iemanjá, Ogum e Oxalá dançarão com seus trajes ritualísticos, também serão retratados pelos seus arquétipos analisando as semelhanças deles com seus filhos humanos. Mito e realidade, juntos tendem a despertar no espectador a crucial e inevitável pergunta: “de qual Orixá sou filho?" E a resposta estará lá!

Ingressos estão sendo vendidos a R$30 (inteira) e R$15 (meia) na bilheteria do Teatro.  A classificação etária é de 14 anos.


FICHA TÉCNICA
Espetáculo “Xirê Orixá - Divindades da Criação"
Direção e coreografia  || Marcio Moura

Figurinos  - Fernanda Sabino 
Ambientação Cênica || Raquel Theo
Desenho de Luz || Alvaro Assad
Fotografias || Carlos Freixo
 

Serviço: Xirê Orixá - Divindades da Criação"
Curta temporada: 7 a 9 de agosto
local: Teatro Arthur Azevedo - Rua vistor Alves, 454
Duração: 50 minutos
Classificação: 14 anos
Ingressos a 30 reais e 15 reais ( meia)

Secretaria de Estado de Cultura e Associação Indígena Aldeia Maracanã promovem o Dia Internacional da Cultura dos Povos Indígenas


Evento marcará Dia Internacional da Cultura Indígena com exposição de artesanato, apresentações de canto e dança, mostra de filmes etnográficos e um espaço reservado para as crianças

A Secretaria de Estado de Cultura (SEC), em parceria com a Associação Indígena Aldeia Maracanã (AIAM), realizará um grande evento, no dia 09 de agosto, das 10 às 17 horas, no Parque Lage, para celebrar o Dia Internacional da Cultura indígena. O evento terá a participação de representantes de etnias como Guaranis, Pataxós, Fulni-ô, SateréMawê, Kaiapó, Puri, Tukano, Tabajara, Guajajara, Xucurí, Kaingang, Pankararu à frente de atividades que incluem uma mostra de filmes etnográficos, apresentação de cantos e danças, contações de histórias, pintura corporal de grafismos étnicos, exposição de fotos e venda de artesanato. Pela primeira vez desde que a SEC e a AIAM começaram a organizar esses eventos, o encontro será transmitido ao vivo pela web rádio indígena Yandê e haverá o espaço destinado às crianças, o Espaço Curumim.

O Dia Internacional dos Povos Indígenas foi instituído através de resolução da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1994, como forma de atender às reivindicações propostas pelos grupos indígenas, como promoção da sua cultura de forma a assegurar as suas condições de vida.

Nesse sentido, a Secretaria de Estado de Cultura, junto com a Associação Indígena Aldeia Maracanã, vem desenvolvendo uma série de atividades, como a edição anterior deste evento, ocorrido no dia 19 de abril – Dia do Índio – também no Parque Lage, buscando colaborar com a preservação do patrimônio cultural das etnias envolvidas e a difusão de seus saberes e suas práticas.

Dia Internacional da Cultura dos Povos  Indígenas
Apresentações de canto e dança/ mostra de filmes etnográficos/ contações de história / web rádio indígena/pintura corporal de grafismos étnicos/ exposição de fotos/ venda de artesanato típico / espaço reservado para crianças
Local: Parque Lage
Data: 09/08/2015
Horário: Das 10h às 17h

PROGRAMAÇÃO

APRESENTAÇÕES DE CANTO E DANÇA DE GRUPOS INDÍGENAS E CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS
11h às 13h30

EXPOSIÇÃO DE ARTESANATO
10:00 – 17:00 – Espaço de exposição e venda de artesanatos indígenas com 25 barracas para as seguintes etnias: Tabajara, Pataxó, Kaiapó, Guajajara, Sateré Mawé, Fulni-ô, Xucurí, Kaingang, Puri, Tabajara, Pancararú e Guarani.

PINTURA CORPORAL
10:00 – 17:00 – Pintura corporal para os visitantes do evento á base de jenipapo.

ESPAÇO CURUMIM
10:00 – 17:00h - Área de recreação e interatividade para crianças, com brincadeiras e pintura corporal realizadas sob o acompanhamento de monitores.

RÁDIO YANDÊ
10:00 – 17:00h - Espaço dedicado à divulgação da cultura indígena através da WebRádio indígena.

MOSTRA de filmes etnográfico no auditório da EAV
14:00 – 17:00

Maratona Cultural Funarj – Programação
Coro de Jovens da Escola de Música Villa-Lobos
Teatro Gláucio Gill - Copacabana
Dia 8 de agosto, 11h
Entrada franca
Composto por cerca de 25 alunos com idade entre doze e dezenove anos, o Coro Juvenil da Escola de Música Villa-Lobos vem se destacando, desde 2012, por sua bela sonoridade e qualidade técnica na execução de repertório musical diversificado, que abrange do erudito ao popular. Na lista, músicas como “Can You Hear Me”, de Bob Chilcott e “Sina”, de Djavan.

Ópera do Malandro
Teatro João Caetano – Centro
Dia 8 de agosto, 20h
Dia 9 de agosto, 19h
*Entrada: Plateia R$ 60,00 / Balcão Nobre R$ 50,00 / Balcão Simples R$ 30,00

*417 ingressos (por sessão) do Balcão Simples serão gratuitos e deverão ser retirados entre os dias 03 e 07 de agosto, das 15h às 18h30, na sede da Funarj. Os ingressos serão limitados a dois por pessoa. A Funarj fica na Rua México, 41 – 19º andar – Centro.


segunda-feira, 27 de julho de 2015

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO PROMOVE ATIVIDADES CULTURAIS PARA CRIANÇAS E ADULTOS COM ENTRADA FRANCA



Programa Educativo CAIXA Gente Arteira promove Roda de Leitura para jovens e adultos em comemoração ao Dia Nacional do Escritor – 25 de julho - e atividades lúdicas para crianças

O Programa Educativo CAIXA Gente Arteira convida crianças e adultos para as oficinas de arte e cultura que acontecerão neste mês de julho, com entrada franca. Para os maiores de 14 anos, haverá uma Roda de Leitura de Crônicas, Contos e Poesias nos dias 28, 29 e 30 de julho (de terça a quinta-feira), das 14h às 16h. O objetivo é celebrar o Dia Nacional do Escritor, comemorado em 25 de julho.

Os participantes da roda de leitura irão conhecer um pouco do universo de escritores como Machado de Assis, autor de livros famosos como Memórias Póstumas de Brás CubasQuincas Borba e Dom Casmurro, passando por Fernando Pessoa, considerado um dos maiores poetas portugueses, e Rubem Fonseca, premiado contista, ensaísta e roteirista mineiro. Também serão convidados a escrever suas próprias composições literárias.

Meninos e meninas, de 4 a 10 anos, também ganham programação especial. As crianças terão a oportunidade de interagir com as obras de arte da CAIXA Cultural Rio de Janeiro. Para isso, foram preparadas atividades pedagógicas que irão explorar diversos aspectos dos painéis do artista Bandeira de Mello. Haverá, ainda, cirandas, pinturas e brincadeiras lúdicas.

O programa educativo CAIXA Gente Arteira é um conjunto de atividades de arte-educação que tem como objetivo criar um efetivo espaço de reflexão e sensibilização para a arte e cultura, proporcionando a troca de experiências entre os participantes, os espaços e os segmentos artísticos.

Programação:

Roda de leitura
Leitura de crônicas, contos e poesias de escritores como Machado de Assis, Fernando Pessoa e Rubem Fonseca para celebrar o Dia Nacional do Escritor (25 de julho). Os participantes também produzirão suas próprias composições literárias.
Data: 28, 29 e 30 de julho (terça a quinta-feira)
Horário: 14 às 16h
Vagas: 30
Classificação Indicativa: 14 anos

Em busca da obra de arte
Crianças de 4 a 10 anos serão motivadas a interagir com as obras de arte da CAIXA Cultural. Participarão também de cirandas, atividades de pintura, entre outras.
Data: 25 de julho (sábado)
Horário: 14h às 16h
Vagas: 25
Classificação: 4 a 10 anos

Serviço:
Programa Educativo CAIXA Gente Arteira
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Entrada franca
Programa educativo – Agendamentos: (21) 3980-4898
Correio eletrônico: agendamento@gentearteirarj.com.br
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal



Cinema do IMS-RJ tem sessão especial do filme Resistência natural, do cineasta Jonathan Nossiter


Na sexta-feira dia 31 de julho, às 19h30, o cinema do IMS-RJ terá uma sessão especial do filme Resistência natural, de Jonathan Nossiter, diretor, entre outros, do documentário Mondovino, que enfoca a indústria do vinho frente à globalização.

Dez anos após seu primeiro filme sobre o tema, Nossiter vai a diferentes regiões da Itália ao encontro de vinhedos locais e das pessoas responsáveis por eles. Nessa troca de experiências, o que parecia um paraíso bucólico, onde a produção de vinho se dá por métodos orgânicos, revela-se um campo de batalha entre pequenas associações e a grande indústria agrícola. O filme participou da Mostra Panorama do Festival de Berlim e do Festival de Toronto de 2014.

Nossiter e alguns dos produtores retratados no filme estarão presentes na sessão. Após a exibição, serão servidos vinhos das vinícolas apresentadas no documentário.

Sobre o filme
 
Resistência natural mistura documentário e ficção e apresenta seis viticultores italianos, que levam uma vida que muitos sonham. Giovanna Tiezzi e Stefano Borsa, em seu mosteiro do século XI convertido em adega na Toscana, encontraram uma maneira de produzir grãos, frutas e vinho que os conecta com sua antiga herança etrusca; Corrado Dottori e Valerio Bochi fugiram de Milão para a fazenda do seu avô na região de Marcas; a ex-bibliotecária Elena Pantaleoni trabalha nos vinhedos de seu pai em Emilia e se esforça para tornar sua propriedade uma realidade utópica; e Stefano Bellotti, o Pasolini da agricultura italiana, um produtor-poeta-radical, vive em sua fazenda localizada no Piemonte. Mas esses protagonistas de uma revolução europeia do vinho natural, e que se espalha rapidamente pelo mundo, encontraram uma resistência feroz. Nem todo mundo acredita em sua luta por uma produção economicamente justa e historicamente rica em expressão. 

Sobre Jonathan Nossiter

Nascido em 1961 nos Estados Unidos, estudou artes plásticas na Escola de Belas-Artes de Paris antes de se dedicar ao teatro e ao cinema. Entre seus trabalhos mais conhecidos, estão Mondovino (2004) e Domingo é dia (2007)). Além de cineasta, Nossiter ésommelier, e já desenvolveu cartas de vinho para restaurantes de Nova York, Paris e Rio de Janeiro, além de escrever artigos para aNew York MagazineO Globo e a Food & Wine.

Sessão especial Resistência natural
De Jonathan Nossiter
Itália/França, 2014.
31 de julho, às 19h30
Sessão com a presença do diretor

Ingresso
R$ 26,00 (inteira) e R$ 13,00 (meia)

Ingressos disponíveis também em www.ingresso.com
Disponibilidade de ingressos sujeita à lotação da sala.