segunda-feira, 15 de junho de 2015

MÔNICA SALMASO TRAZ O SHOW DE SEU NOVO CD CORPO DE BAILE AO TEATRO TOM JOBIM


Comemorando 20 anos de carreira discográfica, Mônica Salmaso está indicada a quatro prêmios no 26º Prêmio da Música Brasileira deste ano

Concebido em torno de 14 canções compostas em parceria por Guinga ePaulo César Pinheiro – várias inéditas e muitas delas guardadas há 40 anos – o CD Corpo de Baile reúne uma gama variada de músicos e arranjadores. E é este repertório que Mônica Salmaso vai mostrar em dois shows, dias 27 e 28 de junho, sábado e domingo, no Teatro Tom Jobim.

Corpo de Baile, além de ganhar elogios rasgados da mídia, deu à Mônica o maior número de indicações por artista do 26º Prêmio da Música Brasileira que será realizado no dia 10 de junho no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A cantora paulistana concorre em quatro citações: melhor cantora, melhor CD, melhor canção (Sedutora) e melhor arranjador (Lucas Reale em Corpo de Baile).

A parceria de Guinga e Paulo Cesar Pinheiro – uma das mais criativas da MPB contemporânea – é, para Mônica, um tesouro raro e um desafio para qualquer intérprete. “Esse repertório é um presente para qualquer cantor que goste de melodia, de letra, de harmonia. Por isso é um disco importantíssimo pra mim. É como se eu estivesse me preparando estes anos todos para gravá-lo, mesmo sem saber”, conta Mônica. 

“Para oferecer 14 canções (muitas inéditas) essa densidade, achei que precisava colorir o repertório com diferentes arranjadores, para que uma música não pesasse sobre a outra”, explica a cantora. “A gente fez uma gama de cores, convidando Dori Caymmi, Tiago Costa, Nailor Proveta, Teco Cardoso, Luca Raele, Nelson Ayres e Paulo Aragão para assinarem os arranjos. Curiosamente, em um momento em que é de se esperar discos novos com formações pequenas, eu fiz o disco mais recheado da minha carreira”, conclui a cantora paulistana.

Dentre as escolhidas, Bolero de Satã, gravada por Elis Regina no disco Essa Mulher, é a mais conhecida dentre as que já tinham sido gravadas. “Achei que era o caso de regravar o Bolero de Satã para situar a parceria dentro do que as pessoas já ouviram”, pontua Mônica, que nos conta ainda que as canções que não são inéditas foram registradas em discos de pequenas tiragens, vinis ou edições especiais.

Entre as canções da dupla, Mônica passeia pelo nordeste em Porto de Araujo e celebra a natureza em Quadrão; lança a marcha Rancho das Sete Cores; vai da moda telúrica (Violada) às valsas francesa (Nonsense) e brasileira (Corpo de Baile), passando por um inusitado fado, Navegante – o velho formato invadido pelas invenções harmônicas de Guinga. Abrange da cultura indígena de Curimã à católica de Procissão da Padroeira e recria o que a dupla faz melhor, canções densas como Fonte Abandonada e Noturna, e ainda lança a modinha Sedutora.

O CD Corpo de Baile tem direção musical de Mônica com Teco Cardoso (que assina a produção). Foram arregimentados músicos especialíssimos em instrumentos como violão, viola caipira, piano, cordas, clarinetes, banda de sopros incluindo trombone, trumpete, trompa e tuba, baixo acústico e percussão. O grupo Sujeito a Guincho (quinteto de clarinetes) e o Quarteto de cordas Carlos Gomes também participam do disco, que foi gravado ao vivo no estúdio. “A gente tocou o mais junto possível, o que é uma outra característica desse disco. As pessoas se encontravam no estúdio, todo mundo junto, feito antigamente, comemorando fazer música junto”, relembra Mônica.

Para o show de lançamento deste CD Mônica convidou o cineasta e fotógrafo Walter Carvalho para fazer um vídeo cenário, onde uma projeção em um tule transparente entre a plateia e a cantora com os músicos, que interage com a música. Uma criação autoral de Walter Carvalho, que repete a parceria com Mônica após a direção dele para o DVD Alma Lírica Brasileirao trabalho anterior da cantora.

Estarão no palco com Mônica nove músicos: Teco Cardoso nos sopros e direção musical, Nailor Proveta (clarineta e saxofones), Paulo Aragão (violão), Nelson Ayres (piano e acordeon), Neymar Dias (contrabaixo e viola caipira) e Quarteto Carlos Gomes: Cláudio Cruz (violino), Adonhiran Reis (violino), Gabriel Marin (viola) e Alceu Reis (cello).

O projeto aprovado na Lei de Incentivo a Cultura do Ministério da Cultura  conta com o patrocínio do Bradesco e chega ao Rio de Janeiro depois de estrear em São Paulo. Vai passar ainda por Curitiba, Porto Alegre, Brasília e Belo Horizonte, entre outras cidades.

SERVIÇO
Show: “Corpo de Baile” – Mônica Salmaso
Local: Teatro Tom Jobim (Rua Jardim Botânico, 1008 – Tel: (21) 2274-7012 – Jardim Botânico – RJ)
Datas: 27 e 28 de junho de 2015 – sábado e domingo
HorárioDia 27, sábado, às 21hs, e dia 28, domingo, às 20hs
Duração: 80 min. aproximadamente
Ingresso: R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia entrada para menores de 21 anos e acima de 60 anos, classe artística, estudantes, professores da rede pública, portadores de necessidades físicas, sócios e funcionários do JBRJ e e funcionários da Embrapa)
Venda também pela  Ingresso.com ou pelo telefone 4003 2330 e também na bilheteria do local
Censura: livre
Capacidade:  378 lugares
Estacionamento:  400 vagas disponibilizadas nos dois estacionamentos do Jockey Club (um na Rua Jardim Botânico, 1.003 e outro em frente à Praça Santos Dumont) - desconto especial ao apresentar o ingresso. Para maior comodidade, verifique os preços cobrados pelo telefone (21) 2103- 4076.
– Vagas exclusivas na Rua Jardim Botânico, 1.008 para pessoas com deficiência que venham em carros adaptados e adesivados.
Acessibilidade: Sim
Ar condicionado

Espetáculo que conta a história dos Orixás será exibido na Praça Onze


A celebração dos rituais africanos e a passagem dos principais orixás do Candomblé pela terra são o tema principal do espetáculo “Xirê Orixá – Divindades da Criação”. Dirigido e coreografado por Márcio Moura, com apoio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e da Secretaria Municipal de Cultura, o espetáculo é a primeira montagem solo do coreógrafo com a Companhia Ore. Especializada em linguagem corporal, a companhia irá se apresentar na praça XI em uma temporada, que vai de 12 a 26 de junho ( todas as quintas e sextas), no Teatro Municipal Gonzaguinha.

Com duração de 50 minutos, o espetáculo de teatro e dança é inspirado em um ato cerimonial de manifestações afro-religiosas, quando os Orixás são "convidados"  a virem à terra para celebrar junto com os humanos e relembrar, através da dança, suas passagens terrenas. Na África o número de orixás  passa dos 200. Mas em “Xirê Orixá”, somente 7 dessas divindades, serão personificadas no espetáculo.

Com o objetivo de abrir os horizontes do público para questões atuais e pertinentes como o racismo, a montagem usa o lado sensível e mágico da dança envolvente dos orixás para levantar a bandeira da paz. Com uma trilha musical escolhida especialmente para o espetáculo, misturamos toques ritualísticos com os principais intérpretes da MPB que versaram sobre a história dos orixás.

No palco, 8 atores /bailarinos que interpretarão o 7 Orixás mais conhecidos no Brasil. Ao mesmo tempo que Oxum, Iansã, Xangô, Oxossi, Iemanjá, Ogum e Oxalá dançarão com seus trajes ritualísticos, também serão retratados pelos seus arquétipos analisando as semelhanças deles com seus filhos humanos. Mito e realidade, juntos tendem a despertar no espectador a crucial e inevitável pergunta: “de qual Orixá sou filho?" E a resposta estará lá!

Os ingressos estão sendo vendidos a R$30 (inteira) e R$15 (meia) através do site www.compreimgresso.com ou na bilheteria do Teatro.  A classificação etária é de 14 anos. O Teatro Municipal Gonzaguinha fica na Rua Benedito Hipólito, 125 – Praça Onze – O Teatro fica dentro do Centro Cultural Calouste Gulbenkian – Em frente ao Terreirão do Samba.

Serviço: Xirê Orixá - Divindades da Criação
Curta temporada: 12  a 26 de junho  (quintas e sextas )
Horário: 20h
Duração: 50 minutos
Local: Rua Benedito Hipólito, 125 – Praça Onze – O Teatro fica dentro do Centro Cultural Calouste Gulbenkian – Em frente ao Terreirão do Samba.
Classificação: 14 anos
Ingressos a 30 reais e 15 reais ( meia)

sexta-feira, 12 de junho de 2015

DIA DO CINEMA BRASILEIRO GANHA HOMENAGEM NA CAIXA CULTURA RIO DE JANEIRO



O Programa Educativo CAIXA Gente Arteira promove debates e bate-papos sobre o tema com a presença de especialistas para marcar a data

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro promove, a partir de terça-feira (16), diversas atividades para comemorar o Dia do Cinema Brasileiro, em 19 de Junho. Serão bate-papos e debates com especialistas em Educação, Música, Literatura e Artes Plásticas, abordando a relação dessas áreas com a sétima arte. Toda programação é gratuita mediante inscrições pelo email: agendamento@gentearteirarj.com.br

Ao todo serão quatro encontros. Para cada tema proposto, um convidado especial desenvolverá o conteúdo e, em seguida, haverá debate com o público. Para falar sobre Cinema e Música, por exemplo, estarão presentes o ator e diretor, Thiago Sardenberg e a pianista Elenise Bandeira. O bate papo de Thiago será acompanhado pelas canções, ao piano, tocadas pela profissional.

O tema Cinema e Literatura contará com a presença do especialista em Teoria e Crítica Literária, Alexandre Amorim, falando sobre as obras de Jorge Amado e Ariano Suassuna. Ambos os autores tiveram livros adaptados para o cinema.

O evento que marca o Dia do Cinema Brasileiro é uma iniciativa dos integrantes do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira, com o objetivo de proporcionar ao público um contato mais estreito com a programação de filmes e mostras que ocorrem durante todo o ano na CAIXA Cultural. O Programa Educativo CAIXA Gente Arteira tem como foco criar um espaço de reflexão e sensibilização para a arte e cultura
  
Programação completa com entrada franca:

Cinema e Educação
Ressaltar a função pedagógica que o cinema pode adquirir no decurso da aprendizagem. Trabalhar a possibilidade de criação de cineclubes em escolas e locais de desenvolvimento educacional.
Data: 16 de junho de 2015 (terça-feira)
Horário: 19h
Classificação Indicativa: 16 anos
Inscrições pelo e-mail: agendamento@gentearteirarj.com.br

Cinema e Literatura Brasileira
Debater sobre a relação de produções cinematográficas e obras literárias, e refletir sobre as diferenças que existem nesses canais de comunicação. A atividade abordará, principalmente, os autores Jorge Amado e Ariano Suassuna que tiveram seus livros adaptados para o cinema. Convidado: Alexandre Amorim, especializado em Teoria Literária.
Data: 19 de junho de 2015 (sexta-feira)
Horário: 17h
Local: Sala Margot
Classificação Indicativa: 16 anos
Inscrições pelo e-mail: agendamento@gentearteirarj.com.br

Cinema e Música
Promover um diálogo com o público sobre a função da música no contexto audiovisual e sobre a importância de trilhas sonoras nas narrativas cinematográficasConvidados: Thiago Sardenberg, ator e diretor; Elenise Bandeira, pianista.
Data: 24 de junho de 2015 (quarta-feira)
Horário: 18h
Local: Foyer
Classificação Indicativa: 16 anos
Inscrições pelo e-mail: agendamento@gentearteirarj.com.br

Cinema e Artes Plásticas
Dialogar sobre a relação de cineastas e as artes plásticas para compor suas produções.
Datas: 30 de junho (terça-feira)
Horário: 19h
Classificação Indicativa: 16 anos
Local: Sala Margot
Inscrições pelo e-mail: agendamento@gentearteirarj.com.br


Serviço:

Programa Educativo CAIXA Gente Arteira
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Telefone para Agendamentos: (21) 3980-4898
Correio eletrônico: agendamento@gentearteirarj.com.br
Entrada franca
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO LANÇA CATÁLOGO COM OBRAS DE DARCÍLIO LIMA


Publicação reúne a visão mais completa já editada sobre a obra de um dos maiores expoentes do Surrealismo no Brasil

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro lança, no dia 18 de junho (quinta-feira), às 18h30, o catálogo com textos, análises e depoimentos sobre o artista cearense Darcílio Lima, considerado um dos maiores representantes do Surrealismo no Brasil. A obra reúne, também, reproduções de suas obras e vasta memorabilia. Na ocasião, haverá visita guiada à exposição Darcílio Lima: um universo fantástico, com o curador Guilherme Gutman e o idealizador e coordenador da mostra, Afonso Henrique Costa.

A publicação de 160 páginas sobre Darcílio Lima traz textos inéditos dos dois, além de depoimentos de Antonio Manuel e Yves Serpa (filho de Ivan Serpa) e o fac-símile de um pôster de 1968 em que Mário Pedrosa oferece sua visão sobre o artista e sua arte.

O curador da mostra, o psicanalista Guilherme Gutman destaca, como aspecto decisivo na trajetória de Darcílio Lima, sua colaboração com Ivan Serpa, professor e amigo. “O período em que viveu e trabalhou ao lado dele coincide com sua maior e melhor produção. Creio que a relação de respeito e admiração que Darcílio desenvolveu com Serpa foi profundamente inspiradora e o impulsionou bastante para produzir”, afirma.

A mostra Darcílio Lima: um universo fantástico  está em cartaz na galeria 2 da CAIXA Cultural Rio de Janeiro até 28 de junho. Todas as 65 obras presentes na exposição estão no catálogo. A maior parte, desenhos em bico de pena, rendilhados em malha executados ponto a ponto em combinações nos quais prevalece o conteúdo místico, sexual e religioso.

No dia 27 de junho (sábado), às 16h, Guilherme Gutman e Afonso Henrique Costa comandam uma nova visita guiada à exposição.


Serviço:
Visita guiada e Lançamento do catálogo da exposição Darcílio Lima: Um universo fantástico
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Data: 18 de junho de 2015 (quinta-feira)
Horário: 18h30

Exposição Darcílio Lima: Um universo fantástico
Visitação: 9 de maio a 28 de junho de 2015
Horário: terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação indicativa: 16 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

PEPEU GOMES, PEDRO LUÍS, MARCO ANDRÉ E MANARI ESTREIAM CONEXÃO PÁ RIBA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

  
Sambas, afoxés, guitarradas, carimbós, rock e chorinhos estão no repertório do show

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe a estreia do show Conexão Pá RiBa, nos dias 19 e 20 de junho (sexta-feira e sábado), às 19h. O trio de percussão Manari e os cantores  e compositores Marco André, Pedro Luís e Pepeu Gomes se apresentam juntos no palco com o projeto, que traz no repertório sambas, afoxés, guitarradas, carimbós, rock e chorinhos e diversas linguagens musicais O nome do show faz alusão à mistura das iniciais de seus estados de origem – Pará, Rio e Bahia – e à expressão “pra cima”. O baiano Pepeu – influência assumida pelos demais artistas –, foi um aglutinador desses músicos.

No decorrer do show, os músicos também mostrarão, separadamente, seus estilos e influências. Marco André mostra canções como Caringlobalizado e O bullying do brega. Os percussionistas do Manari tocam Chama Verequete (domínio público), além de Santeria cubana, parceria do trio com Marco André. As tradicionais Mil e uma noites de amor Eu também quero beijar ganham releitura de Pepeu. Pedro Luís promete apresentar Eu caio no suingue e Carimbstep (dele e de Marco André), entre outras composições.

“O Brasil é repleto de diversidade do Oiapoque ao Chuí. Artistas consagrados bebem na fonte do inusitado, transformando inquietude criativa numa arma contra a mesmice”, afirma o cantor, compositor, instrumentista e produtor Marco André. Natural de Belém (PA), Marco lançou cinco álbuns e um DVD com releituras da música do Norte do país, incluindo tecno-carimbó e guitarradas. Nem revi nem laite e Amazônia Groove são alguns dos seus trabalhos que receberam ótima acolhida da crítica especializada.

Considerado como um dos dez melhores guitarristas do mundo na categoria world music, Pepeu Gomes formou os Novos Baianos com Moraes Moreira, Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Baby Consuelo, na década de 1970. Pepeu lançou 16 discos solo, incluindo o CD e DVD De espírito em paz - ao vivo (2004), e Eu não procuro o som (2011).

Pedro Luís tem 25 anos de carreira e é famoso por arrastar multidões com o Monoblocoalém de ter passagem por bandas como A ParedeO cantor, compositor e arranjador lançou recentemente um projeto autoral intitulado Aposto, que faz um apanhado de canções de sua autoria consagradas por vozes femininas, como por exemplo, Zélia Duncan, Roberta Sá, Mart’nália e Adriana Calcanhotto.

Os Manaris Kleber Benigno, Márcio Jardim e Nazaco Gomes são percussionistas especializados nos ritmos amazônicos e importantes nomes da atual cena musical paraense. No show, o Manari apresentará canções de seu novo álbum, produzido por Marco André com participação de Pedro Luís, e também do projeto CaBloco muderno, protagonizado com o conterrâneo Marco André, com a participação de Pepeu Gomes.

Ficha técnica:
Produção: Send Music
Músicos:
Pepeu Gomes – guitarra, bandolim, guitarra baiana e voz
Marco André – voz, violão, guitarra e guitanjo (mistura de guitarra e banjo de carimbo)
Trio Manari – percussão e voz
Pedro Luís – cavaquinho, violão e voz
Sonorização: Paulo Gustavo Moreira
Produção executiva: Flávia Souza Lima
  
Serviço:
Conexão Pá Riba
Duração:  80 minutos
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Datas: 19 e 20 de junho de 2015 (sexta e sábado)
Horário: 19h
Classificação Indicativa: Livre
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 226 lugares (mais quatro para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

domingo, 7 de junho de 2015

DIRIGIDO POR JOÃO FONSECA, MENOPAUSA AGRADA O PÚBLICO



A eterna fonte de pesadelos para a maioria das mulheres é a chamada Menopausa, que  acabou virando tema da  comédia de Rodrigo Nogueira, com direção de João Fonseca.
As três personagens se encontram em um aeroporto temporariamente fechado para pousos e decolagens, enquanto aguardam seus voos, elas trocam experiências e discorrem sobre diversas questões, como felicidade conjugal, solidão e medo de envelhecer. Tudo com muito humor e fartas doses de descontrole emocional, provocadas pelas alterações hormonais decorrentes desse ciclo feminino.
O texto de Rodrigo Nogueira nasceu não só através de pesquisas, mas também da troca de experiências com as próprias atrizes. “Antes de escrever a peça, fiz questão de me reunir com elas, ficamos três horas conversando. As vivências delas com essa fase foram a minha maior inspiração, não precisei ler mais uma linha depois de ouvi-las. Obviamente, acessei informações científicas, mas o clima já estava todo ali”, explica. “O espetáculo é uma grande comédia e costumo defini-lo como ‘Do ódio à menopausa, para a ode ao climatério”, brinca.
O texto é leve e tem ótimas tiradas, além de ficar melhor ainda na  interpretação de Rosi Campos, Pia Manfroni e Rose Abdallah.
O diretor João Fonseca conversou bastante com as atrizes durante os ensaios, além de ter o universo do cineasta espanhol Pedro Almodóvar como uma de suas inspirações. “Uma referência quando abordamos o mundo das mulheres, ele já era uma indicação do texto. Essa peça é uma comédia. Às vezes rasgada, às vezes delicada. Buscamos não apenas o humor, mas a humanização das personagens”.
A montagem da peça feita pela dupla masculina tem uma visão superficial deste momento intenso vivido pelas mulheres, mas mesmo assim, diverte e rende boas gargalhadas com direito a interação com o público.

SERVIÇO
‘MENOPAUSA’
Teatro das Artes
Endereço: Shopping da Gávea - 2º Piso | Rua Marquês de São Vicente, 52 - Gávea 
Telefone: (21) 2540-6004
Sextas e Sábados - 21:30h
Domingo – 20h

sexta-feira, 5 de junho de 2015

DOCUMENTÁRIO SOBRE MÁRIO LAGO ABRE A SÉRIE CINE COLONIAL NA SALA CECÍLIA MEIRELES


Uma nova série na Sala Cecília Meireles, um espaço da Secretaria de Estado de Cultura, abre as portas para o cinema que tem como tema a música: Cine Colonial. Para começar os trabalhos, será exibido o documentário “Mário Lago”, em duas datas: quinta, dia 11 de junho, às 20 horas e domingo, dia 14 de junho, às 17 horas.

“Sambista, ator e autor” é assim que Mário Lago se define no documentário “Mário Lago”. Com direção de Marco Abujamra e Markão Oliveira, a narrativa do filme é feita pelo próprio Mário Lago, que nos leva para um passeio sobre sua vida, por meio de entrevistas,composições e frases que continuam acompanhando gerações, sem abrir mão da lucidez e do carisma típicos de um exímio carioca.

SERVIÇO:
JUNHO 11  QUINTA – 20H – SCM – SÉRIE CINE COLONIAL
JUNHO 14  DOMINGO – 17H – SCM – SÉRIE CINE COLONIAL

Sala Cecília Meireles
Largo da Lapa 47, Rio de Janeiro
Ingressos: R$ 10,00
Meia-entrada para estudantes e idosos
Faixa etária: livre
680 lugares