sábado, 10 de janeiro de 2015

Cursos gratuitos de formação musical na Escola de Música Villa-Lobos


Escola de Música Villa-Lobos abre inscrições para todas as idades

A Escola de Música Villa-Lobos (EMVL) abriu inscrições para seus diferentes cursos. São mais de 400 vagas em cursos gratuitos, como os preparatórios de formação musical para instrumentos, canto, regência coral, arranjo musical e produção de áudio. Algumas modalidades são oferecidas a adultos. Outras, a crianças com idade a partir de oito anos. Quem já chegou aos 65 anos e tem interesse em estudar música encontra na EMVL cursos pagos, a baixo custo, de leitura e escrita musical, canto coral, percussão e prática instrumental de teclado, piano, flauta transversa, canto e violão. Para obter mais informações, basta acessar o site www.villa-lobos.rj.gov.br ou ligar para  (21) 2332 6382,(21) 2334 9918(21) 2332 6405 e (21) 2224 2116

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

IMS-RJ promove programação especial para as férias


VERÃO NO IMS
Atividades e Oficinas para crianças, jovens e adultos   


Entre os meses de janeiro e fevereiro, a Ação Educativa do Instituto Moreira Salles promoverá uma programação especial de férias. As atividades educativas serão realizadas a partir de temáticas relacionadas ao Instituto Moreira Salles, suas exposições, acervos e jardins.

JANEIRO 

Atividades Educativas 

Exposição: Geraldo de Barros e a Fotografia 
Datas: 10, 14, 16, 22 e 24 de janeiro
Horário: 15h às 17h
Nº máx. participantes: 15
Retirada de senha na recepção do IMS 30 min. antes
Gratuito 
Público alvo: a partir de 7 anos (crianças, jovens e adultos) 

Jardim e Acervo  
Datas: 13, 15, 17, 21, 23 de janeiro
Horário: 15h às 17h
Nº máx. participantes: 10
Retirada de senha na recepção do IMS 30 min. antes
Gratuito 
Público alvo: a partir de 7 anos (crianças, jovens e adultos) 

FEVEREIRO 

Oficina de Fotografia artesanal 

Data: 03 a 07 de fevereiro 
Duração: 5 dias (terça a sábado) 
Horário: 15h às 18h
Carga Horária: 15h 
Público alvo: a partir de 10 anos (crianças, jovens e adultos)
Nº máx. participantes: 10
Inscrição prévia na recepção do IMS 
Taxa de material: R$ 20,00

Esta oficina pretende estimular e sensibilizar o olhar dos participantes para o pensamento e a criação de imagens fotográficas através de técnicas artesanais e simples, como pinhole, cianótipo e fotograma. Para isso, serão construídos câmeras pinholes com latas de alumínio e um laboratório preto e branco portátil.  


Oficina de fazeres e saberes da natureza 

Data: 10 a 14 de fevereiro 
Duração: 5 dias (terça a sábado) 
Horário: 15h às 17h
Carga Horária: 10h
Público alvo: a partir de 7 anos (crianças, jovens e adultos)
Nº máx. participantes: 10
Inscrição prévia na recepção do IMS
Taxa de material: R$ 15,00

Esta oficina pretende aproximar os participantes do universo do jardim projetado por Roberto Burle Marx no Instituto Moreira Salles, a partir de práticas sensíveis e sustentáveis, como a criação de “bombas de sementes”, a construção de hortas verticais em garrafas pet e múltiplas vivências exploratórias. 

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400(21) 3284-7421(21) 3206-2500


ENCONTRO SEMANAL DE MALABARES E CIRCO


O "Encontro Semanal de Malabares e Circo do RJ", ou "encontro" para os íntimos e frequentadores, é um momento de encontros, de confraternização, de troca de idéias e técnicas, que acontece toda segunda feira no final do dia em uma praça do Rio de Janeiro. Este encontro já acontece na cidade ha mais de treze anos e passou por diversos locais, mas nos últimos três anos se estabeleceu na Praça São Salvador e foi muito bem acolhido, se fortalecendo e aumentando a quantidade de participantes e de encontros por consequência. É um ponto de encontro entre os malabaristas e circenses que estão na cidade, sejam eles profissionais ou amadores. Para aproveitar este encontro, não é necessário ser um malabarista, basta o interesse em “brincar com objetos no ar”, ou assistir aos que dominam esta técnica. 

O coletivo BRAVOS surgiu no início de 2011, com o objetivo principal de potencializar a cena local independente, criando espaços para apresentações cênicas, oferecendo assim oportunidades para que os artistas mostrem suas propostas. Dentro desta proposta, além do Palco Aberto que acontece na praça São Salvador, o grupo apresenta espetáculos de rua em praças e parques da cidade, como na
Lagoa Rodrigo de Freitas, Parque dos Cavalinhos (tijuca) e Museu da República.

www.coletivobravos.com
coletivobravos@gmail.com
facebook.com/coletivobravos

Serviço: 
Encontro Semanal de Malabares e Circo
Praça São Salvador – Laranjeiras
Segundas feiras às 18 horas
Valor: contribuição ao chapéu

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO OFERECE VISITAS MEDIADAS E OFICINAS DE CRÔNICA E DE PINTURA EM AZULEJO



A partir deste mês, além das exposições em cartaz, o Programa Educativo CAIXA Gente Arteira mediará visitas às obras permanentes do espaço

Neste mês de janeiro, o programa educativo CAIXA Gente Arteira intensifica sua programação de oficinas gratuitas para públicos variados. São atividades de arte-educação inspiradas na programação em cartaz.

Desta vez, os participantes realizarão atividades que têm como base a mostra de cinema Paisagens do Rio de Janeiro: a poética de David Neves, em cartaz no espaço, e a exposição Athos Bulcão, tradição e modernidade,que abre no dia 10 de janeiro (sábado).

Além das oficinas e do atendimento ao público espontâneo de terça a domingo, das 10h às 21h, o Programa Educativo CAIXA Gente Arteira oferece mediações com horários fixos para as exposições pautadas na CAIXA Cultural Rio de Janeiro todas as quartas, sextas e sábados, às 12h e às 17h. A partir deste mês, a mediação fixa se estenderá às obras permanentes da CAIXA Cultural Rio de Janeiro que são o painel de Bandeira de Mello e as pilastras de terracota do artista plástico Júlio Spinoso.

O Programa Educativo CAIXA Gente Arteira tem como objetivo criar um espaço de reflexão e sensibilização para a arte e cultura, proporcionando a troca de experiências entre os participantes, os espaços e os segmentos artísticos. O agendamento de atividades para grupo deve ser feito pelo endereço eletrônicoagendamento@gentearteirarj.com.br ou pelo telefone (21) 3980-4898.


Programação:

Rio de Janeiro em Crônicas e contos
(Oficina inspirada na Mostra de cinema Paisagens do Rio de Janeiro: a poética de David Neves)
O público conhecerá uma mostra de autores que escreveram crônicas e contos sobre o Rio de Janeiro e produzirá o seu próprio texto escolhendo seus lugares favoritos da cidade.

Para público espontâneo
Data: 10 e 11 de janeiro (sábado e domingo)
Horário: 17h às 19h
Vagas: 25
Classificação Indicativa: 14 anos


Pintura em azulejo
(Exposição Athos Bulcão, tradição e modernidade)
Pintar azulejos tomando como base os painéis de Athos Bulcão. O público será incentivado a pintar diferentes formas geométricas e visualizar a sua criação em longa escala. As crianças que participarão da atividade usarão eucatex como material.

Para público espontâneo
Data: 16 de janeiro (sexta-feira)
Horário: 17h às 19h
Vagas: 25
Classificação Indicativa: Livre

Serviço:
Programa Educativo CAIXA Gente Arteira - Oficinas
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Agendamentos: (21) 3980-4898 - agendamento@gentearteirarj.com.br
Entrada franca
Patrocínio: Caixa Econômica Federal


MOSTRA DOKU.ARTS NO IMS - RJ


Entre os dias 8 e 14 de janeiro, o cinema do Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro exibirá a mostra alemã de documentários Doku.Arts. Nesta edição a seleção foi feita para refletir sobre a ética e a estética da apropriação no cinema na realização de novos filmes com imagens de filmes antigos. 

Para o programa, em parceria com o IMS, o Doku.Arts selecionou em sua maioria, documentários sobre o cinema de Alfred Hitchcock, Michael Haneke, Alexander Sokurov, Béla Tarr, Chris Marker, Alain Resnais e o fotógrafo mexicano Gabriel Figueroa.

Preços: R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia).

Quinta | 8 de janeiro
16h  A máquina louca  (Miradas múltiples, la máquina loca) de Emilio Maillé  (México, 2012. 93’) 

Um panorama da extensa carreira cinematográfica (mais de 200 títulos; entre eles, filmes de Buñuel, Ford e Huston) do fotógrafo mexicano Gabriel Figueroa.

20h  Béla Tarr : outrora eu fui um diretor de cinema (Tarr Béla: I used to be a filmmmaker) de Jean Marc Lamoure (França, 2013. 88’)

Diretor célebre pela complexidade de seus movimentos de câmera, Tarr anunciou recentemente que deixou de fazer filmes. Este documentário sobre o que se passa por trás das câmeras de seu último trabalho, O cavalo de Turim (2010) – os guindastes, as máquinas de vento e os equipamentos de iluminação –, registra também observações do diretor sobre o seu ofício: “Cinema é coisa que se faz num sistema bastante feudal. Alguém, uma só pessoa, decide onde colocar a câmera. Não existe democracia no mundo da arte. Ou – acrescenta com um sorriso – existe tanta democracia na arte quanto na vida.”

Sexta | 9 de janeiro
14h A voz de Sokurov (Sokurovin ääni) de Leena Kilpeläinen (Finlândia, 2014. 77’)

Com base em seis longas entrevistas filmadas em seis locais diferentes de São Petersburgo, o filme documenta o método de trabalho do diretor de obras impactantes como Moloch, Arca russa e Fausto.

16h  Michael H. Profissão: diretor de cinema  (Michael H. Profession: Director) de Yves Montmayeur (França, 2013. 92’)

Um dos cineastas europeus mais polêmicos e ao mesmo tempo mais respeitados, Haneke investiga as origens da violência na psique humana e, simultaneamente, questiona em que medida existe um prazer em ver a violência representada na tela.

20h  O duplo (Double Take)  de Johan Grimonprez  (Inglaterra, Alemanha, Holanda, 2009. 80’) 

Entre 1958 e 1963 – a Guerra Fria na política internacional e a televisão começando a remodelar a sociedade –, Alfred Hitchcock fez Intriga internacional, Psicose e Os pássaros. Grimonprez investiga este período a partir do que identifica como o confronto central dos filmes de Hitchcock: o confronto com o duplo, marcado então por uma estranha advertência: “Se encontrar o seu duplo, você deve matá-lo.” Um filme de muitos pares estranhos: Hitchcock e seu duplo, Kruschev e Nixon, Nixon e Kennedy, Kennedy e Kruschev, Leste e Oeste, foguetes soviéticos e televisões americanas.

Sábado | 10 de janeiro
16h  Béla Tarr : Outrora eu fui um diretor de cinema (Tarr Béla: I used to be a filmmmaker) de Jean Marc Lamoure (França, 2013. 88’)

20h 
Para os outros (It for others) de Duncan Campbell (Inglaterra, 2013. 54’)

Uma discussão do colonialismo e das práticas dos museus e mercados de arte. Um filme inspirado em As estátuas também morrem, de Marker e Resnais (1953), e na tradição do pensamento marxista, ilustrado no filme por meio de um balé da companhia de dança de Michael Clark.

As estátuas também morrem (Les Statutes meurent aussi) de Chris Marker e Alain Resnais (França, 1953. 30‘)

“É estranho que o panfleto, gênero admitido e honrado na literatura, não seja aceito no cinema”, observou Marker ao comentar a censura imposta pela França a este filme sobre “a deformação que o olhar colonialista impôs à arte africana ao retirá-la de seu contexto”.

Domingo | 11 de janeiro
16h  Michael H. Profissão: diretor de cinema  (Michael H. Profession: Director) de Yves Montmayeur (Austria, França, 2013. 92’)

Um dos cineastas europeus mais polêmicos e ao mesmo tempo mais respeitados, Haneke investiga as origens da violência na psique humana e, simultaneamente, questiona em que medida existe um prazer em ver a violência representada na tela.

20h 
A máquina Louca 
(Miradas múltiples, la máquina loca) de Emilio Maillé  (México, 2012. 93’) 

Um panorama da extensa carreira cinematográfica (mais de 200 títulos; entre eles, filmes de Buñuel, Ford e Huston) do fotógrafo mexicano Gabriel Figueroa.

Terça | 13 de janeiro
14h 
Béla Tarr : outrora eu fui um diretor de cinema (Tarr Béla: I used to be a filmmmaker) de Jean Marc Lamoure (França, 2013. 88’)

16h 
Nós que aqui estamos por vós esperamos de Marcelo Masagão (Brasil, 1998. 102’)

20h 
Outro sertão de Adriana Jacobsen e Soraia Vilela (Brasil, 2013.) 

“Guimarães Rosa como consul brasileiro na Alemanha nazista: a pesquisa durou uma década”, dizem as diretoras. “Visitamos incontáveis arquivos, encontramos um dossiê da Gestapo sobre Guimarães Rosa e reunimos relatos de judeus que deixaram a Alemanha com vistos expedidos pelo consulado brasileiro em Hamburgo”.

Quarta | 14 de janeiro
14h 
Para os outros 
(It for others) de Duncan Campbell (Inglaterra, 2013. 54’)

Uma discussão do colonialismo e das práticas dos museus e mercados de arte. Um filme inspirado em As estátuas também morrem, de Marker e Resnais (1953), e na tradição do pensamento marxista, ilustrado no filme por meio de um balé da companhia de dança de Michael Clark.

As estátuas também morrem (Les Statutes meurent aussi) de Chris Marker e Alain Resnais (França, 1953. 30‘)

Para Marker, um filme sobre “a deformação que o olhar colonialista impôs à arte africana ao retirá-la de seu contexto”.

16h 
O Duplo 
(Double Take) de Johan Grimonprez (Inglaterra, Alemanha, Holanda, 2009. 80’)

Entre 1958 e 1963 – a Guerra Fria na política internacional e a televisão começando a remodelar a sociedade –, Alfred Hitchcock fez Intriga internacional, Psicose e Os pássaros. Grimonprez investiga este período a partir do que identifica como o confronto central dos filmes de Hitchcock: o confronto com o duplo, marcado então por uma estranha advertência: “Se encontrar o seu duplo, você deve matá-lo.” Um filme de muitos pares estranhos: Hitchcock e seu duplo, Kruschev e Nixon, Nixon e Kennedy, Kennedy e Kruschev, Leste e Oeste, foguetes soviéticos e televisões americanas.

20h A voz de Sokurov (Sokurovin ääni) de Leena Kilpeläinen (Finlândia, 2014. 77’)

Com base em seis longas entrevistas filmadas em seis locais diferentes de São Petersburgo, o filme documenta o método de trabalho do diretor de obras impactantes como Moloch, Arca russa e Fausto.

Todos os ingressos disponíveis também em www.ingresso.com

Sessões para escolas e agendamento de cabines pelo telefone (21) 3284 7417

Disponibilidade de ingressos sujeita à lotação da sala.

Capacidade da sala: 113 lugares

www.ims.com.br
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domingo, 4 de janeiro de 2015

ELIS REGINA REVIVE NA DIREÇÃO DE DENNIS CARVALHO



Sejam bem-vindos a vida de Elis Regina, considerada a maior cantora do Brasil!

O musical em sua homenagem não segue a risca o roteiro de sua vida (até por que seria impossível, né), a direção de Dennis Carvalho (primeira peça teatral dirigida por ele) nos presenteia com o melhor dela (se assim, posso dizer), geniosa, exigente, sempre em busca de ter total controle sobre sua carreira.

"Elis, A musical" surgiu de um texto escrito por Nelson Motta e Patricia Andrade, que ao serem convidados pelos produtores do espetáculo, já escreviam um roteiro sobre a vida da cantora para o cinema.

O enredo da peça retrata as questões pessoais e a convivência de Elis com ícones como Ronaldo Bôscoli, Cesar Camargo Mariano e Tom Jobim.

Conhecida por sua presença de palco, sua voz e sua personalidade, Elis tinha uma personalidade que misturava coragem e insegurança em doses iguais. 

A atriz Laila Garin, que interpreta Elis Regina, transformou o musical em  grande sucesso da Estação. Além da belíssima atuação, seu  timbre é capaz de emocionar cada vez que começa a cantar. É completamente espetacular vê-la no palco.

A direção de Dennis Carvalho junto com a produção fazem de “Elis, A musical” um belíssima montagem sobre a trajetória de Elis Regina, um espetáculo muito bem montado e coreografado, que consegue recriar no palco o surgimento dessa estrela que foi vítima de uma mistura letal de cocaína e álcool.