segunda-feira, 10 de junho de 2013

Sebastião Salgado no Jardim Botânico

O Museu do Meio Ambiente do Jardim Botânico do Rio de Janeiro exibe a mostra "Genesis", com 245 imagens do fotógrafo Sebastião Salgado. 
Essa é a primeira mostra inédita que o brasileiro radicado em Paris promove em anos.
As imagens têm foco em ambientes naturais ainda não explorados pelo homem. Em preto e branco, as fotografias retratam regiões inóspitas visitadas pelo fotógrafo desde 2004.
As obras estão divididas em cinco sessões: "Amazônia e Pantanal", "Terras do Norte", "África", "Santuários" e "Planeta Sul". Paisagens como a Antártida, as ilhas Malvinas e Galápagos, Nova Guiné, Botsuana, Estados Unidos, Canadá, Rússia e Brasil são mostradas.
Serviço
"Genesis"
Quando: 
de 29 de maio a 26 de agosto de 2013;  terça a domingo, das 9h às 17h
Onde: Museu do Meio Ambiente do Jardim Botânico - Rua Jardim Botânico, 1008 – (21) 2294-6619
Quanto: Entrada Franca
Mais informações: www.vale.com/genesis

HERMETO PASCHOAL NA CAIXA CULTURAL RIO


Compositor, arranjador e multi-instrumentista comemora seus 77 anos no palco

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 21 a 23 de junho (sexta-feira a domingo), às 19h, o show “Hermeto Paschoal e grupo” em comemoração ao aniversário do artista, que completa 77 anos no dia 22 (sábado). O espetáculo musical tem o patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

No palco, Hermeto estará acompanhado do grupo formado por Aline Morena (voz, viola caipira e percussão corporal), Itiberê Zwarg (baixo elétrico e percussão), André Marques (teclado, flauta e percussão), Vinicius Dorin (saxofones, flautas e percussão), Fabio Pascoal (percussão e direção de palco) e Marcio Bahia/Ajurinã Zwarg (bateria e percussão).

No repertório, algumas canções como “Vivo o Rio”, “Circo Voador”, “Tamancos e Pilões”, “Garrote”, “Brasil com Z”, “Ailin”, “Taynara”, “Trezão” e “Frulato”.

Sobre o artista:
Hermeto Paschoal nasceu em 22 de junho de 1936, em Olho d´Água (AL), mas foi criado em Lagoa da Canoa, no município de Arapiraca (AL). Os sons da natureza fascinaram o músico desde pequeno. A partir de um cano de mamona de "jerimum" (abóbora), fazia um pífaro e ficava tocando para os passarinhos.

Hermeto resolveu experimentar o “8 baixos” (sanfona) de seu pai e não parou mais. Passou a tocar com seu irmão mais velho, José Neto, em forrós e festas de casamento, revezando-se com ele no 8 baixos e no pandeiro. Em 1950, foi morar no Recife e começou a tocar na Rádio Tamandaré. De lá, foi convidado, com a ajuda de Sivuca, sanfoneiro já de sucesso, para integrar a Rádio Jornal do Commercio, onde seu irmão também tocava. Juntos – Hermeto, José Neto e Sivuca –, formaram o trio “O Mundo Pegando Fogo”.

Do Recife, mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1958, para tocar acordeom na rádio Mauá e de lá seguiu para São Paulo, em 1961. Com a participação de outros músicos, formou o grupo ”Som Quatro” e mais tarde integrou o “Sambrasa Trio”.

Devido ao seu talento e criatividade, Hermeto Paschoal virou atração em diversos eventos importantes de música, como o I Festival Internacional de Jazz, em 1978, em São Paulo, o “Festival de Montreaux”, na Suíça – que resultou no álbum duplo “Hermeto Pascoal ao Vivo” –, e o festival “Live Under the Sky”, em Tóquio.

Serviço:
Hermeto Paschoal e grupo
Data: de 21 a 23 de junho de 2013 (sexta-feira a domingo)
Horário: 19h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Avenida Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô: Estação Carioca)
Informações: (21) 3980-3815
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h
Lotação: 176 lugares (4 para cadeirantes)
Classificação etária: Livre
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
Acesso para pessoas com deficiência
Programação completa da CAIXA Cultural: www.caixa.gov.br/caixacultural

OBSESSÃO NO PALCO DA CAIXA CULTURAL RIO


 A peça é uma comédia passional que conta a história de amizade e de rivalidade entre duas mulheres

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 27 de junho a 7 de julho, a peça “Obsessão”, que narra a amizade e rivalidade, de toda uma vida, entre duas mulheres. A história das amigas Lívia e Marina é apenas o ponto de partida para investigar o universo feminino e suas sutilezas. Com texto de Carla Faour e direção de Henrique Tavares, o espetáculo tem o patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

O roteiro investiga, com muito humor, o universo feminino e amoroso, e fala de assuntos que afligem a todos, como as relações afetivas, sonhos, frustrações, realização profissional, maternidade, padrões de beleza, autoestima, casamento e solidão. O texto faz uso do narrador, recurso muito usado nos folhetins. Com olhar crítico e poético, aliado a um humor irônico, o narrador é o mestre de cerimônias que conduz o público pela saga dessas duas mulheres. A trama, contada de maneira original, subverte a ordem cronológica e tem um final surpreendente.

O texto de “Obsessão” é inédito e nasceu nas páginas de um site pioneiro (www.dramadiario.com), formado por sete dramaturgos com forte atuação na cena contemporânea do Rio de Janeiro. A peça foi escrita a partir de postagens semanais, o que permitiu que os internautas acompanhassem os 15 capítulos, durante quatro meses. A história teve grande êxito, com um grande aumento do número de visitas ao site.

“Grande parte da ação se passa em Lisboa. A cidade simboliza a ligação mais forte com nossos antepassados, laços afetivos e consanguíneos. Embora, Lívia e Marina não tenham nenhuma relação de parentesco, são tão próximas como duas irmãs, rivais como inimigas de guerra, estão conectadas desde todo o sempre. Inexplicavelmente, pelo destino”, explica Carla Faour. “Obsessão é um daqueles espetáculos difíceis de classificar, quando o riso e a emoção embaralham os sentimentos”, completa.

Carla Faour e Henrique Tavares são dois artistas atuantes no teatro carioca, com trabalhos voltados para a dramaturgia original contemporânea, e têm 17 espetáculos no currículo. “Obsessão” recebeu o prêmio APTR 2012 de Melhor Autor, duas indicações ao Prêmio Shell, Melhor Autor e Melhor Diretor, Prêmio FITA de Melhor Autor, indicação ao Prêmio APTR de Melhor Atriz Coadjuvante e duas indicações ao prêmio FITA: Melhor Diretor e Melhor Atriz.

Serviço:
Espetáculo “Obsessão”
Duração: 1 hora e 20 minutos
Data: de 27 de junho a 7 de julho de 2013 (quinta-feira a domingo)
Horário: 19h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô: Estação Carioca)
Informações: (21) 3980-3815
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h
Lotação: 176 lugares (4 para cadeirantes)
Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Programação completa da CAIXA Culturalwww.caixa.gov.br/caixacultural

exposição Jacques Henri Lartigue - A vida em movimento no IMS

O Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro abre no dia 14 de junho (sexta-feira), às 19h, a exposição Jacques Henri Lartigue - A vida em movimento, com 255 obras entre fotografias, fac-símiles de páginas de diários e álbuns, vistas estereoscópicas, autocromos, filmes, todas pertencentes à instituição francesa Donation Lartigue. A curadoria é de Martine d’Astier, diretora da Donation Lartigue, com colaboração de Élise Jasmin. A exposição, inédita no Brasil, chega ao país graças à parceria entre IMS e Donation Lartigue. Na noite de abertura, às 20h, o historiador Mauricio Lissovsky, especialista nas relações entre fotografia e história, fará uma palestra com a participação de Martine d’Astier e de Élise Jasmin. 

Paralelamente à mostra, serão exibidas no IMS-RJ duas cópias recentemente restauradas de dois clássicos do cinema mudo francês: Eu acuso (1918), do diretor Abel Gance – amigo de Jacques Henri Lartigue –, e Nana (1926), de Jean Renoir. O IMS apresenta dois outros filmes desses mesmos autores: A grande ilusão (1938), de Renoir, e A roda (1923), de Gance. A programação dos filmes pode ser encontrada no site www.ims.com.br.

Jacques Henri Lartigue - A vida em movimento:

Nascido em uma família da alta burguesia parisiense, Jacques Henri Lartigue (1894-1986) ganhou de seu pai sua primeira câmera fotográfica aos oito anos e, até os 92, colecionaria com obstinação os instantes de sua vida, conservados em 135 álbuns diagramados por ele mesmo. Reconhecido tardiamente como um dos maiores fotógrafos do século xx (ainda que se dissesse pintor), foi como amador que Lartigue praticou a fotografia, em forma de crônica íntima, um testemunho deslumbrante do mundo que o cercava. Nesta primeira exposição dedicada a Lartigue no Brasil, sua obra foi revisitada a partir de dois elementos: o ar e a água, seus temas prediletos. A obra fotográfica de Jacques Henri Lartigue é a crônica minuciosa de sua vida: jogos, viagens familiares, retratos de amigos, atividades esportivas. Lartigue capturou com sucesso os instantes mais fugazes, especialmente os corpos e objetos em movimento, saltos e cambalhotas, carros em alta velocidade, aviões voando, quedas e mergulhos.

SERVIÇO :
Abertura: 14 de junho (sexta-feira), às 19h
20h: palestra de Maurício Lissovsky
Visitação: de 15 de junho a 15 de setembro
De terça a domingo, das 11h às 20h
Entrada franca - Classificação livre
De terça a sexta, às 17h, visita guiada pelas exposições.
Visitas monitoradas para escolas: agendar pelo telefone (21) 3284-7400.

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400/ (21) 3206-2500

sexta-feira, 7 de junho de 2013


LEVADA OI FUTURO são duas apresentações por fim de semana, sextas e sábados às 21:00 no Teatro OI FUTURO IPANEMA. E o ingresso está baratinho: R$20,00 e R$10,00 (meia).

quarta-feira, 5 de junho de 2013



Às vésperas do carnaval, alguns líderes dos grupos de mascarados conhecidos como “bate-bolas” ou “clóvis” começam a desaparecer nas ruas do Rio de Janeiro. Ayana, uma menina de 13 anos, filha de um dos desaparecidos, embarca então em uma jornada de aventura, fantasia e coragem em busca de respostas e de sua identidade. Essa é a sinopse do filme-piloto do projeto Claun, de Felipe Bragança, que será exibido exclusivamente no cinema do IMS-RJ nos dias 7, 8 e 9 de junho (veja a programação abaixo). Na sexta, 7, após a exibição das 19h30, o filme será debatido em um bate-papo entre o realizador Felipe Bragança e o diretor de cinema Helvécio Marins.

Claun: os dias aventurosos de Ayana reúne os três primeiros capítulos de um projeto de experimentação transmídia que vai incluir uma web-série, um livro em quadrinhos e outras ações narrativas em torno no mesmo universo. “Claun, portanto, se fará nos próximos anos como um mapa simbólico e multi-narrativo, antes de tudo. E, como um mapa, poderá ser explorado para todos os lados e em diversas escalas. Porque Claun não é um filme apenas “lançado” na internet – não se trata apenas de experimentar uma forma de difusão de um filme. Claun é, desde sua gênese, um objeto sujo. Mistura de cinema e seriado, de Facebook e HQ”, explica o diretor no texto publicado no Blog do IMS: www.blogdoims.com.br. É também no Blog que os três capítulos iniciais da série ficarão disponíveis entre os dias 9 e 15 de junho.

Os “bate-bolas”, ou “clóvis”, são grupos de homens mascarados que ocupam as ruas do subúrbio carioca a cada carnaval, com fantasias que misturam a doçura da figura dos clowns com um imaginário de monstros e folclore brasileiro. Sua origem remonta ao carnaval do começo do século 20, quando grupos de homens mascarados saíam pelas ruas criando algazarra e desafiando a ordem pública e o carnaval da elite da época. Suas crenças e rituais retratam também uma mistura de referências católicas e do candomblé. Hoje, existem mais de 400 grupos de bate-bolas e clóvis no Rio de Janeiro, cada um deles tendo em média trinta componentes, o que dá a dimensão de cerca de 12.000 aficionados por essa tradição. Muitas vezes taxados como violentos e desordeiros, os grupos representam uma linhagem do carnaval carioca que resiste à hegemonia do “carnaval oficial” do Sambódromo. Mais informações sobre o filme em http://www.claun.com.br/

Programação:

Sexta | 7 de junho
19h30: Claun, os dias aventurosos de Ayana, de Felipe Bragança (Brasil, 2013. 69‘)
Projeto de aventura, experimentação e narrativa transmídia baseado na mitologia e nos rituais dos bate-bolas e clóvis do carnaval carioca que vai incluir uma web-série, um livro em quadrinhos e outros desdobramentos. O filme-piloto aqui apresentado reúne os três primeiros capítulos. Sessão seguida de debate com Felipe Bragança e Helvécio Marins.

SÁBADO | 8 de junho
14h30: Claun, os dias aventurosos de Ayana, de Felipe Bragança (Brasil, 2013. 69‘)

DOMINGO | 9 de junho
16h00: Claun, os dias aventurosos de Ayana, de Felipe Bragança (Brasil, 2013. 69‘)
Sessão com a presença do realiaador

Ingressos:

Claun, os dias aventurosos de Ayana: R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia)

Instituto Moreira Salles
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
CEP: 22451-040. Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 3284-7400; Fax: (21) 2239-5559
De terça a domingo e feriados, das 11h às 20h.

Acesso a portadores de necessidades especiais
Estacionamento gratuito no local
Capacidade da sala: 113 lugares
Ingressos e senhas sujeitos à lotação da sala

O cinema do IMS funciona de terça a domingo.