quarta-feira, 24 de abril de 2013

Livro 'Cartas de João do Rio' será lançado nesta quinta, 25 de Abril



Zuenir Ventura, que assina o prefácio da obra, estará presente ao evento.

O livro Cartas de João do Rio a João de Barros e Carlos Malheiro Dias será lançado pela Fundação Nacional de Artes - Funarte, no dia 25 de abril, às 18h, na Livraria Cultura Cine Vitória, à Rua Senador Dantas, 45, Centro, Rio de Janeiro. Estará presente ao evento o jornalista e escritor Zuenir Ventura, que assina o prefácio da obra.

O livro, organizado por Cristiane d'Avila, contém 71 cartas inéditas de João do Rio, coletadas em acervo descoberto pela pesquisadora, enviadas a João de Barros e Carlos Malheiro Dias, jornalistas e escritores portugueses que lutaram pela aproximação luso-brasileira no início do século XX - momento marcado por forte anti-lusitanismo. O lançamento está inserido na programação do Ano Brasil Portugal, coordenada pela Funarte. 

A publicação apresenta, ainda, 778 notas explicativas sobre as pessoas e fatos tratados nos manuscritos. As cartas são reproduzidas no livro e foram digitalizadas dos acervos da Biblioteca Nacional de Portugal.

Cartas de João do Rio a João de Barros e Carlos Malheiro Dias
Organização de Cristiane d’Avila
Edições Funarte
400 páginas
Preço: R$ 40,00
ISBN 978-85-7507-152-6
Lançamento: 25 de abril, quinta-feira, às 18h
Livraria Cultura Cine Vitória
Rua Senador Dantas, 45 – Centro, Rio de Janeiro (RJ)

Mais informações
Assessoria de Comunicação
Fundação Nacional de Artes – Funarte
(21) 2279 8056 / 2279 8065

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Instituto Moreira Salles lança ZUM # 4 e Bolsa de Fotografia


Lançamento será no dia 27 de abril e terá palestra de Rosângela Rennó, que publica ensaio inédito na nova edição da revista.


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A ZUM, revista semestral de fotografia contemporânea do IMS, chega à sua quarta edição e terá lançamento no dia 27 de abril, às 11h, no auditório da livraria Martins Fontes (Av. Paulista, 509). Na data, o editor da revista Thyago Nogueira vai apresentar ao público a Bolsa de Fotografia 2013 ZUM/IMS, que selecionará dois projetos obrigatoriamente inéditos para receber uma bolsa no valor de R$ 65 mil. O projeto deverá ser executado e entregue em oito meses. O objetivo da bolsa é permitir que artistas e fotógrafos desenvolvam e aprofundem sua produção no campo da fotografia, nas mais variadas vertentes, sem restrição de tema, perfil ou suporte. O resultado final dos projetos selecionados será incorporado permanentemente ao Acervo de Fotografia do Instituto Moreira Salles. O edital completo estará no site www.ims.com.br/revistazum a partir do dia 26 de abril. As inscrições para a Bolsa vão de 27 de abril a 15 de julho.

No lançamento da Bolsa e da quarta edição da revista (27 de abril), a mineira Rosângela Rennó falará sobre o ensaio Cinquenta e cinco, feito a pedido da ZUM. Para compor o trabalho, Rennó resgatou dos slides de família a viagem que seus pais fizeram em 1958 pelos EUA. O ensaio é cheio de intervenções que revelam seu olhar sobre o material. “Desde a morte de meu pai, em 1987, tornei-me a herdeira oficial desses slides, que guardo com os outros registros fotográficos feitos por ele. Gosto de revisitá-los regularmente, da mesma maneira, com meus olhos de peixe ou de aumento, tentando inventar situações improváveis, mas não impossíveis, de pertencimento e contiguidade”, explica a artista.  

Mais sobre a ZUM # 4:
A imagem da capa faz parte do ensaio Bulevar, da fotógrafa americana Katy Grannam. Os 11 retratos publicados na ZUM foram feitos nas ruas de São Francisco e Los Angeles, entre 2008 e 2010. São imagens de prostitutas, viciados, ex-beldades, personagens marginalizados que habitam a fronteira que separa realidade e fantasia e questionam padrões de beleza e de gênero perpetuados pela cultura contemporânea. “Não quero que a série seja um desfile de desesperança, nem estou interessada em gente feliz e sorridente”, declarou Katy. 
A convite da ZUM, o jornalista Arthur Lubow apresenta o trabalho de Garry Winogrand (1928-1984), que também percorreu as ruas americanas com uma câmera. Suas fotografias são um retrato dos tempos inflamados e incertos que rondavam o pós-guerra e conseguem captar as estranhezas felizes e inesperadas da vida urbana. A ZUM # 4 publica 15 dessas imagens, algumas delas exibidas pela primeira vez na retrospectiva do fotógrafo em cartaz no MoMA de São Francisco.

Reportagem de Dorrit Harazim mostra como o fotógrafo do Diário de Heilongjiang, o chinês Li Zhensheng, conseguiu documentar o lado oficial e a face proibida da Revolução Cultural Proletária (1966-1976) de Mao Tsé-tung. Por décadas, Li burlou a censura e escondeu no assoalho de casa milhares de imagens consideradas negativas pelo regime. As fotografias que ZUM publica agora são um raro e inestimável registro de um dos episódios mais sombrios do século 20. 

Em rara entrevista dada no fim da vida, o renomado sociólogo Pierre Bourdieu (1930-2002) fala sobre as fotografias que fez durante a guerra da Argélia, entre o final dos anos 1950 e início dos anos 1960. Ele conta como a prática fotográfica, faceta pouco conhecida de seu trabalho, o ajudou a lidar com uma realidade opressora e foi responsável pela conversão do olhar que o levou a conceber uma das obras mais relevantes da sociologia contemporânea.  

A ZUM # 4 traz uma seleção de fotografias de edifícios, ruas e locais públicos feitas pelo alemão Thomas Struth nos últimos 35 anos. Para analisar o que suas imagens revelam sobre as cidades, o sociólogo Richard Sennet armou um debate coletivo entre artistas, arquitetos e urbanistas.

E ainda:
- o cineasta alemão Win Wenders vai da Austrália ao Meio Oeste americano num diário que reúne anotações, amigos e fotografias.

- a brasiliense Bárbara Wagner se aventura em Pernambuco para mostrar um maracatu diferente dos que estampam os cadernos de turismo.

- o português André Cepeda estreia na ZUM # 4 o resultado de uma residência que fez em São Paulo acompanhado de sua câmera 4 x 5.

- Marina Bedran, editora-assistente da ZUM, apresenta o projeto Image Atlas (imageatlas.org), de autoria da fotógrafa americana Taryn Simon e Aaron Swartz, um gênio da tecnologia.

- o fotógrafo e ensaísta Leo Rubinfien escreve o obituário de Shomei Tomatsu (1930-2012), fotógrafo que cruzou tradição japonesa e modernidade ocidental para tratar dos conflitos de seu país.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Jardins do MAM


Foi em 1948 que a ata inaugural do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro foi assinada, tendo como Presidente Raymundo de Castro Maya e Presidente de Honra Gustavo Capanema. O pós-guerra favorece a aquisição de obras de artistas europeus para o Museu, tais como Pablo Picasso, Wassily Kandinsky e Paul Klee.

No ano seguinte a exposição inaugural, Pintura Européia Contemporânea, abre na sede do Banco Boavista, onde o Museu de Arte Moderna se instala provisoriamente.

O Museu é instalado no Palácio Gustavo Capanema, então sede do Ministério de Educação e Saúde. Em dezembro de 1952, a Câmara dos Vereadores aprova proposta de doação de terreno de 40 mil metros quadrados para a instituição, local onde se encontra até hoje.


O jardim do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) é um jardim público que faz parte da história nacional, exclusivamente pensado e projetado pelo arquiteto-paisagista Roberto Burle Marx nos anos de 1950, que teve a ânsia de transferir a imagem do nacional de suas telas pictóricas para o espaço urbano, introduzindo a flora nativa no paisagismo.


Em 17 de janeiro de 1958, o Presidente Juscelino Kubitschek planta a primeira de uma série de 48 palmeiras nos jardins do Museu.

IMS-RJ realiza seminário sobre fotolivros latino-americanos




Rosângela Rennó, Claudia Andujar, Miguel Rio Branco e Maureen Bisilliat são alguns dos participantes

Estão abertas as inscrições para o seminário Fotolivros latino-americanos, que será realizado entre os dias 7 e 10 de maio, das 19h às 21h, no IMS-RJ. O seminário, que acontece paralelamente à exposição homônima em cartaz no IMS-RJ até 16 de junho, terá a participação de pesquisadores, críticos, editores e artistas com trabalhos incluídos na publicação Fotolivros latino-americanos (Cosac Naify), entre eles: Miguel Rio Branco, Claudia Andujar, Maureen Bisilliat, Rosângela Rennó, Rodolfo Capeto, Joaquim Marçal, Luiz Alphonsus, o curador da exposição Horacio Fernández e Thyago Nogueira. O encontro tem o objetivo de promover o debate sobre a história dos livros de fotografia e o novo lugar dos livros de arte no cenário da produção editorial contemporânea. Durante o curso haverá uma visita-guiada à exposição.

Veja a programação completa:

07/05 (terça-feira) | História do livro fotográfico brasileiro e o livro de artista
Joaquim Marçal: panorama do livro fotográfico brasileiro no século XX; principais exemplos e marcos fundadores.
Rosângela Rennó: a experiência na criação de livros fotográficos. Destaque para "O arquivo universal e outros arquivos", presente na exposição Fotolivros latino-americanos.

08/05 (quarta-feira) | Design e fotolivros brasileiros. Fotografia experimental x produção editorial
Rodolfo Capeto, com participação de Luiz Alphonsus: a importância dos designers-criadores no Brasil, como Masao Ono; a experiência de produção do livro "Bares Cariocas", de Luiz Alphonsus.
Maureen Bisilliat: a experiência de Maureen Bisilliat na produção editorial de fotografia.

09/05 (quinta-feira) | A construção do livro fotográfico de autor e a edição de imagens
Miguel Rio Brancoo fotógrafo discutirá seus livros, sua obra e sua trajetória.
Horacio Fernández: entrevista com Miguel Rio Branco e debate

10/05 (sexta-feira) | Publicações fotográficas, modernidade e contemporaneidade: os precursores
Claudia Andujar Thyago Nogueira: a fotógrafa Claudia Andujar dedicou grande parte de sua vida ao trabalho entre os Yanomami.  O livro Amazônia (Claudia Andujar e George Love, 1978, com projeto gráfico de Wesley Duke Lee), incluído na exposição Fotolivros latino-americanos, é considerado uma das obras-primas da história dos fotolivros brasileiros. Neste encontro, Thyago Nogueira falará sobre sua experiência como editor e em seguida fará uma entrevista-conversa com Claudia Andujar.
Encerramento do seminário com Horacio Fernández: para o curador da exposição Fotolivros latino-americanos, existemduas histórias da fotografia. A história  convencional se articula em um contexto conhecido: arquivos, colecionismo, mercado, grandes nomes, obras-mestras, leilões. Uma história da fotografia protagonizada por fotolivros escapa deste esquema.

Sobre os participantes do seminário:
CLAUDIA ANDUJAR: nascida na Romênia, imigrou para o Brasil em 1954. Durante a década de 1970, Andujar recebeu bolsas daJohn Simon Guggenheim Foundation, e da Fundação de Apoio a Pesquisa (FAPESP), para fotografar e estudar a culturaYanomami. De 1978 a 2000, trabalhou para a ONG Comissão de Pró-Yanomami e coordenou a campanha para a demarcação do território Yanomami na Amazônia brasileira. Em 2000, ganhou o Prêmio Anual de Liberdade Cultural [Fotografia] como defensora dos Direitos Humanos da Lannan Foundation, no Novo México (EUA). Em 2003, recebeu o Prêmio Severo Gomes da Comissão Teotônio Vilela de Direitos Humanos, São Paulo (Brasil), e em 2005, o prêmio de melhor Exposição de Fotografia da APCA[Associação Paulista dos Críticos de Arte], com Vulnerabilidade do Ser, realizada na Pinacoteca do Estado (São Paulo / Brasil).Em 2008, foi homenageada pelo Ministério da Cultura do Brasil por suas realizações artísticas e culturais.

HORACIO FERNÁNDEZ (1954, Espanha): historiador, curador e professor na Faculdad de Bellas Artes, em Cuenca, na Espanha. Foi curador da PhotoEspaña entre 2004 e 2006. É autor, entre outras publicações, de Fotografía Pública (1999), livro que acompanhou a exposição homônima com curadoria de Fernández para o Museo Reina Sofía (Madri). Autor de Fotolibros latinoamericanos (publicado no Brasil pela Cosac Naify, São Paulo, 2011) e curador da exposição homônima, atualmente em cartaz no Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro.

JOAQUIM MARÇAL FERREIRA DE ANDRADE (1957, Rio de Janeiro) é mestre em design pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e doutor em história social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pesquisador da Divisão de Iconografia da Biblioteca Nacional, é também professor de fotografia no departamento de Artes & Design e no curso de arquitetura e urbanismo da PUC-Rio, além de lecionar na grade de especialização em fotografia da Universidade Candido Mendes. É autor de História da fotorreportagem no Brasil: A fotografia na imprensa do Rio de Janeiro de 1839 a 1900 (Campus, 2003).

LUIZ ALPHONSUS (Belo Horizonte, 1948). Artista multimídia, expôs em exibições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, dentre as quais se destacam Salão da Bússola (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1969), XI Bienal de São Paulo (1971), e individuais como Coração (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1977), Infinitas Imagens do Tempo (Paço Imperial do Rio de Janeiro, 1994/1995) e Dedicado à Paisagem de Nosso Planeta (Museu de Arte Contemporânea de Niterói, 1998, trabalho premiado na década de 1970), Arte Foto (CCBB RJ, 2002-2003) e Chroma, MAM-Rio de Janeiro (2005). Representou o Brasil na 9ª Bienal de Paris com o audiovisual Natureza ou Besame Mucho e o filme Rio de Janeiro - Brasil. Dirige a Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV/Parque Lage) de 1993 a 1998. Em 1980, lançou “Bares Cariocas” (Funarte), incluído na publicaçãoFotolivros latino-americanos.

MAUREEN BISILLIAT (Inglaterra, 1931). Fotógrafa e documentarista. Radicada no Brasil desde 1952, estudou pintura em Paris com André Lhote e em Nova York no Art Students’ League no período do auge do Expressionismo Abstrato. Deixou a pintura pela fotografia definitivamente em 1962, tendo trabalhado como fotojornalista e viajado para algumas das mais remotas áreas do Brasil. Seu primeiro livro foi lançado em 1965, seguido de outras publicações que traçam paralelos entre seu universo imagético e a obra de autores referenciais da literatura brasileira: Euclides da Cunha, Guimarães Rosa, Jorge Amado, João Cabral de Melo Neto, Ariano Suassuna e Adélia Prado.  Em 1970 recebeu da Guggenheim Foundation uma bolsa por mérito em Fotografia, que permitiu que continuasse seu trabalho com as culturas indígenas na região do Xingu. Em 2003 sua obra fotográfica foi incorporada ao acervo do Instituto Moreira Salles. Desde então a renovação do interesse em sua produção resultou em várias exibições, no Brasil e no exterior, pelas quais foi condecorada em 2010 com a medalha de Ordem do Mérito Cultural, atestando a positiva repercussão desta redescoberta.

MIGUEL RIO BRANCO (Las Palmas de Gran Canaria, Espanha, 1946). É correspondente da agência Magnum desde 1980. Pintor, fotógrafo, diretor de cinema e criador de instalações multimídia. Na década de 1960 estudou no New York Institute of Photography e na ESDI - Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Dirigiu 14 curtas metragens e fotografou 8 longas. Trabalhou intensamente na Europa e Américas desde o começo de sua carreira, em 1964, quando exibiu pinturas em uma exposição em Berna, Suíça. Nos anos 80 foi aclamado internacionalmente por seus filmes e fotografias na forma de prêmios, publicações e exposições como o Grande Prêmio da Primeira Trienal de Fotografia do Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Prêmio Kodak de la Critique Photographique (1982, França). Dentre as principais exposições nos últimos 20 anos, estão Brésil des Brésiliens (1983, Centre George Pompidou Paris); 17ª Bienal de São Paulo (1983). Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1996)  e exposições em Paris, Veneza, Amsterdã, Nova York, Paris e Frankfurt na década 80. Teve fotografias publicadas em revistas como Stern, National Geographic, Geo, Aperture, Photo Magazine, Europeo, Paseante. Dulce Sudor Amargo. O primeiro livro de Rio Branco foi publicado em 1985 pelo Fundo de Cultura Econômica, México. O segundo, Nakta, com um poema de Louis Calaferte, foi publicado em 1996 pela Fundação Cultural de Curitiba. Em 1998 lançou dois livros: Miguel Rio Branco, com ensaio de David Levi Strauss, lançado pela Aperture; e Silent Book, pela Cosac Naify.
 
RODOLFO CAPETO (Niterói, 1956). É designer formado pela Escola Superior de Desenho Industrial, instituição pioneira no ensino do design no país, onde ensina desde 1992. Atualmente está em seu segundo mandato como diretor da Escola. Seus campos principais de atuação são a tipografia, o desenho de tipos e o design de informação, e foi um dos pioneiros no uso de processos digitais no design visual no Brasil, com mais de trinta anos de trabalho e pesquisa nessa área. Foi criador da tipografia exclusiva do dicionário Houaiss. Além de suas atividades didáticas na Esdi, tem atuado como conferencista e consultor em design.

ROSÂNGELA RENNÓ (Belo Horizonte, 1962) vive e trabalha no Rio de Janeiro. Formou-se em Artes Plásticas pela Escola Guignard e em Arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais. É doutora em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Suas obras compõe diversas coleções no Brasil e no exterior. Expôs em exibições individuais e coletivas, dentre as quais se destacam The Appel Foundation (Amsterdam, 1995), Australian Center for Photography (Sydney, 1999), Instituto Tomie Ohtake (São Paulo, 2001), Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro, 2003) e Pharos Center for Contemporary Art (Nicosia, 2009) - (individuais); Aperto93, 45a Bienal Internacional de Veneza (1993), 2nd Berlin Biennale (2001), Pavilhão Brasileiro, 50a Bienal Internacional de Veneza (2003), Óscar Muñoz y Rosângela Rennó. Crónicas de la Ausencia, Museo Rufino Tamayo (Mexico City, 2009), 22a e 29a Bienais de São Paulo Biennials (1994 e 2010), 12th Istanbul Biennial (2011) - (coletivas). Publicou entre outros livros 2005-510117385-5 (Edições RR, 2010) e A01[COD. 19.1.1.43] — A27 [S|COD.23] (Edições RR, 2013) e O Arquivo Universal e Outros Arquivos (Cosac Naify 2003), incluído na publicação Fotolivros latino-americanos.

THYAGO NOGUEIRA: editor e fotógrafo. Foi editor da Companhia das Letras entre 2001 e 2012. Hoje é coordenador de Fotografia Contemporânea do Instituto Moreira Salles e editor da revista Zum, publicação semestral do IMS que mostra a amplitude do universo fotográfico ao publicar ensaios de importantes fotógrafos brasileiros e estrangeiros, acompanhados de entrevistas, artigos e textos históricos. É co-organizador do livro Por trás daquela foto: contos e ensaios sobre fotografia (Companhia das Letras, 2011).

Seminário Fotolivros latino-americanos:
De 7 a 10 de maio, das 19h às 21h
R$ 200 - inscrições somente na recepção do IMS-RJ
Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400/ (21) 3206-2500

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Exposição Super 8 - MAM - Museu de Arte Moderna


SUPER 8 - 06 de Abril a 02 de Junho de 2013


Super 8 é uma exposição de vídeos curada por oito artistas de oito cidades diferentes. Cada um deles convidou mais quatro artistas para durante uma semana apresentarem seus trabalhos conjuntamente. Ao todo serão oito semanas, sendo que cada semana apresenta um bloco de artista de uma cidade. São ao todo quarenta artistas. Os artistas curadores de cada cidade são Julião Sarmento (Lisboa), Richard T. Walker (São Francisco), Takehito Koganezawa (Tóquio), Tunga (Rio de Janeiro), Wood and Harrison (Londres), Marco Brambilla (Los Angeles) Reynold Reynolds (Berlim), Walker & Walker (Dublin).
 Para o MAM, apresentar esta exposição concebida pela Galeria Christopher Grimes (Los Angeles) e que já passou por três destas oito cidades, é a possibilidade de inserir-se no circuito contemporâneo de vídeo e trazer ao público carioca um conjunto importante de artistas que exploram esta linguagem de modo radical e inovador. Uma questão recorrente para o público de museus é o tempo exigido pelos vídeos. Há que se dispor à duração distendida da narrativa audiovisual e sua relação com o espaço expositivo.
Para que o público possa ter acesso aos demais vídeos que serão projetados ao longo das oito semanas disponibilizamos um monitor com todos os 40 trabalhos apresentados.


Semana 1
Curadoria Juliao Sarmento, Lisboa
06 sáb – Juliao Sarmento – R.O.C. (40 mais um), 2011, 17’19″
07 dom – Juliao Sarmento – R.O.C. (40 mais um), 2011, 17’19″
09 ter – Terça Juliao Sarmento – R.O.C. (40 mais um), 2011, 17’19″
10 qua – Alexandre Estrela – O cobra verde, 2010, 4’40″
11 qui – Gabriel Abrantes Olímpia I & II (com Katie Widloski), 2006, 8′
12 sex – Joao Onofre – Sem título (Que não acaba mais), 2011, 3’03″
13 sáb – Vasco Araujo – A menina do oeste dourado, 2004, 18’28″
1 dom – Vasco Araujo – A menina do oeste dourado, 2004, 18’28″
Semana 2
Curadoria Richard T. Walker, São Francisco
16 ter – Richard T. Walker – A hierarquia da relevância, 2010, ’7’58″
17 qua – Nate Boyce - Sem título, 2011, 0’13 e 1’30″
18 qui – Michael Damm – Filme do passageiro: a cidade é um sino (dar na vista), ilhas, o oposto da luz do dia, 2008-11, 13′
19 sex Kota Ezawa – Vídeo caseiro 2, 2010, 5’57″
20 sáb – Desiree Holman – Janela mágica, 2009, 15′
21 dom – Desiree Holman – Janela mágica, 2009, 15′
Semana 3
Curadoria Takehito Koganezawa, Tóquio
23 ter – Takehito Koganezawa – Mar de contas, 2011, 12’18, 12’17 e 10’59″
24 qua – Tatsuo Majima – Califórnia, 1997, 2’56″
25 qui – Yuki Okumura – Ficção anatômica – o globo ocular de Zenbei, 2010, 17’12″
26 sex – Mai Yamashita & Naoto Kobayashi – Trenó, 2008, 5’23″
27 sáb – Meiro Koizumi – Retrato de um jovem Samurai, 2009, 9’37″
28 dom – Meiro Koizumi – Retrato de um jovem Samurai, 2009, 9’37″
Semana 4 (30/04 a 05/05)
Rio de Janeiro – curador Tunga
30 ter – Tunga – Cozinhando, 2010, 14’31″
1 qua – Louise Botkay – Mammah, 2006, 8′
2 qui – a Marta Jourdan – Zona de lançamento #5, 2011, 7′
3 sex – Laura Erber – O funâmbulo e o escafandrista, 2008, 11’42″, 13’17″, e 14’34″
4 sáb – Thiago Rocha Pitta – Homenagem a JMW Turner, 2002, 17′
5 dom – Thiago Rocha Pitta – Homenagem a JMW Turner, 2002, 17′
Semana 5
Curadoria Wood & Harrison, Londres
7 ter – Wood & Harrison – Caderno, 2004, 40’40″
8 qua – Graham Gussin – Derramamento, 2006, 14’55″
9 qui – John Smith – O pior cenário, 2001-03, 18’30″
10 sex – Ruaidhri Ryan – Exercícios de como se manter sereno, 2010, 16’48″
11 sáb – Marcus Coates – Finfolk, 2003, 17’38″
12 dom – Marcus Coates – Finfolk, 2003, 17’38″
Semana 6
Curadoria Marco Brambilla, Los Angeles
14 ter – Marco Brambilla – O muro da morte, 2001, 2’37″
15 qua – Euan Macdonald – O curadeiro, 2002, 5′
16 qui – Julie Orser – Circulação sanguínea, 2009, 3′
17 sex – Morgan Fisher – Coloração protetora, 1979, 13′
18 sáb – John Baldessari – Roteiro, 1974, 25′
19 dom – John Baldessari – Roteiro, 1974, 25′
Semana 7
Curadoria Reynold Reynolds, Berlim
21 ter – Reynold Reynolds – Seis peças fáceis, 2010, 5′
22 qua – Marc Aschenbrenner – Rotweiss, 2010, 10’20″
23 qui – Julian Rosefeldt – O perfeccionista, 2005, 16’09, 4’03, and 25′
24 sex – Rui Calçada Bastos – O homem da mala espelhada, 2004, 4’20″
25 sáb – Bjørn Melhus – Murphy, 2008, 3’22″
26 dom – Bjørn Melhus – Murphy, 2008, 3’22″
Semana 8
Curadoria Walker & Walker, Dublin
28 ter – Walker & Walker – Monte análogo revisitado, 2010, 51′
29 qua – Mark Orange – A colaboração, 2006, 4’08″
30 qui – Jaki Irvine – A atriz, 2003, 3’40″
31 sex – Grace Weir – O pó desafiando a gravidade, 2003, 4′
1 sáb – Dorothy Cross – O criador de olhos, 2000, 22′
2 dom – Dorothy Cross – O criador de olhos, 2000, 22′

domingo, 14 de abril de 2013

Museu Nacional - UFRJ


Criado por D. João VI, em 06 de junho de 1818 e, inicialmente, sediado no Campo de Sant'Anna, serviu para atender aos interesses de promoção do progresso cultural e econômico no país.

Originalmente denominado de Museu Real, foi incorporado à Universidade do Brasil em 1946. Atualmente o Museu integra a estrutura acadêmica da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O Museu Nacional/UFRJ está vinculado ao Ministério da Educação. É a mais antiga instituição científica do Brasil e o maior museu de história natural e antropológica da América Latina.

As exposições no museu atendem aos acervos de: Zoologia, Arqueologia, Etnologia, Geologia, Paleontologia e Antropologia Biológica.

 O museu tem uma chamada Seção de Memória e Arquivo do Museu Nacional/UFRJ (SEMEAR) que  possui um acervo que retrata o cotidiano desta instituição no contexto político, econômico e social brasileiro, bem como revela as suas relações com instituições congêneres, nacionais e estrangeiras. São documentos que registram os primórdios do trabalho científico no Brasil e as alterações ocorridas no cenário internacional das ciências. Além disso, custodia também diversos arquivos privados pessoais, de cientistas e professores.

Museu Histórico Nacional - EXPOSIÇÕES PERMANENTES

O circuito de longa de exposições de longa duração inicia-se no térreo, no hall das escadas rolante, com painéis contando a história do conjunto arquitetônico. Destaque para a monumental escultura equestre de D. Pedro II, de Francisco Manoel Chaves Pinheiro. 

No hall do segundo pavimento, tem-se acesso à galeria com teto decorado por Carlos Oswald onde é projetado o multivisão sobre a trajetória do Museu Histórico Nacional. 

Após a exibição, exposições abrangem da pré-história brasileira ao período republicano: acervo tradicional, peças contemporâneas e recursos multimídia auxiliam o visitante na compreensão de nossa história. 

O pavimento térreo concentra serviços (auditório, loja, café ) e exposições temporárias. 

A única exposição de longa duração a permanecer no pavimento térreo é a referente aos meios de transporte, "Do Móvel ao Automóvel - Transitando pela História", devido às dimensões do acervo. Ainda no térreo, no Hall dos Arcazes, estão expostas pinturas cusquenhas. 

No segundo pavimento da Casa do Trem, encontram-se as exposições de numismática "As Moedas Contam a História" e "Coleções de Moedas, Uma Outra História".


ORERETAMA


PORTUGUESES NO MUNDO - 1415 A 1822


A CONSTRUÇÃO DA NAÇÃO - 1822 A 1889


A CIDADANIA EM CONTRUÇÃO - 1889


FARMÁCIA HOMEOPÁTICA TEIXEIRA NOVAES


DO MÓVEL AO AUTOMÓVEL - TRANSITANDO PELA HISTÓRIA 


HALL DOS ARCAZES


PÁTIO DOS CANHÕES



AS MOEDAS CONTAM A HISTÓRIA



COLEÇÕES DE MOEDAS - UMA OUTRA HISTÓRIA